Dortmund - Pelo menos no discurso, Juninho Pernambucano está mais tranqüilo com relação à chance de entrar em campo nesta Copa do Mundo. Depois de demonstrar certa irritação após a partida contra a Austrália, o meia parece mais calmo. A estrela do Lyon jurou que passaria uma boa noite de sono, aguardando uma oportunidade:
“Provavelmente só vai definir a escalação amanhã (hoje). O treinador tem o direito de fazer isso. A gente fica esperando e aguardando’’. Juninho, porém, não esconde que o pensamento é jogar.
“A cada jogo que passa a gente fica com a esperança de poder entrar e poder colaborar de alguma forma. Espero que eu possa entrar e entrar bem.’’ Tentando fugir das polêmicas, o meio-campista quer levar para o lado da motivação o fato de muita gente acreditar que ele deveria ser titular da Seleção. “Só fico motivado com essas opiniões. Já jogamos dois jogos e temos mais cinco, espero. Só que agora não dá para pensar em final ainda, pois tem muito time forte’’, comentou.
Roberto Carlos
O lateral-esquerdo Roberto Carlos criticou ontem a bola utilizada nesta Copa do Mundo da Alemanha e comentou que não consegue se adaptar a ela. “Não gosto desta bola, não estou conseguindo acertar o chute. Você pega forte nela e o chute sai fraco, pega fraco e sai forte, chuta com efeito e a bola faz mil curvas. Esta bola é muito estranha, é leve demais”, disse o lateral-esquerdo.
Sobre o Japão, Roberto Carlos disse que o time de Zico, que precisa vencer para continuar a ter chances de continuar na competição, cometerá “suicídio” se partir para cima do Brasil.
”Com certeza é um suicídio jogar aberto contra o Brasil. Croácia e Austrália sabiam disso. (Se jogassem dessa forma), em vez de um seriam dois (gols) e em vez de dois seriam quatro. Se o Japão vier para cima vai sofrer”, disse.