10 de julho de 2026
Cultura

Contadores de histórias mantêm tradição

Adriana Fricelli
| Tempo de leitura: 1 min

Enquanto algumas pessoas usam o campo virtual para divulgar histórias, muitas, por desconhecer ou preferir, ainda usam o aparelho humano como ferramenta de interação com o texto e com o público. Este é o caso da arte-educadora Anna Tancredi, que há dez anos é contadora de histórias.

Antes de apresentar o texto, Tancredi o lê diversas vezes para ganhar familiaridade com a história. Depois, pensa que recursos poderão ser utilizados para enriquecê-la. “Dependendo da situação, eu uso fragrâncias, objetos, instrumentos musicais e figurinos”, cita.

A voz e o corpo também são instrumentos poderosos utilizados pela arte-educadora para entreter o público. E, mesmo com as novas tecnologias, Tancredi acredita que não há melhor ferramenta do que o corpo humano. “Pela mídia, não há uma troca, o público é apenas um espectador. Nas contações que faço, há uma interação, um calor”, finaliza.

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Crie sua própria pod-novela

• Em primeiro lugar, é preciso que o usuário tenha acesso à Internet e um computador com microfone e saída de áudio.

• É necessário também que os interessados tenham um editor de áudio, programa que pode ser baixado gratuitamente na Internet, como o Audacity.

• Feito isso, escolha um texto interessante ou crie um.

• Grave o áudio com o programa de sua preferência e utilize os efeitos sonoros que desejar.

• Depois, publique o arquivo em seu site ou em servidores gratuitos como o podomatic.com, ou o brasileiro vocepod.com.

• Agora é só divulgar seu podcast pelos sites com RSS, ou por comunidades afins.