Hoje passei em frente a um monumento arquitetônico e histórico de nossa cidade, o antigo “Posto de Expurgos” e ultimamente uma unidade de governo estadual para a venda de sementes. Não sei qual o nome que era dado para a referida repartição pública. Meu pai trabalhou nesse local, foi lá pela década de 30, foi seu primeiro emprego, ele me falava com orgulho do local em que havia iniciado sua vida em todas as vezes que por lá passávamos.
Muito bem, e aí? O que eu estou tentando falar? E para quem? Vamos lá:
1 - Gostaria de saber se o patrimônio que pertence ao governo é diferente do meu?
2 - Se a arquitetura do início do século passado (ou antes) não tem valor histórico e arquitetônico?
3 - Quem autoriza a demolição de um prédio tão bonito sem ver a história dele na comunidade?
4 - E por final, cadê esse povinho que está querendo tombar o meu sobradinho? Gostaria de saber qual a posição que eles tomaram diante de tal ocorrido. Estão fazendo alguma coisa? Quero saber. Fotografei toda a demolição. Se estiverem fazendo algo, parabéns, se não estiverem, gostaria de saber por quê?
Com a palavra os senhores “guardiões” do patrimônio histórico e cultural da cidade de Bauru. PS: Tombar a Casa da Eny? Tenham dó, nós não merecemos.
Ubirajara Baptista Filho - RG. 6.343.250 SSP/SP