Stuttgart - O lateral esquerdo da Seleção Inglesa, Ashley Cole, afirmou ontem que a equipe depende da “mágica” do atacante Wayne Rooney para transpor as barreiras que aparecerem no seu caminho.
“Se nós dermos a bola para Rooney, ele criará as chances, ou marcará os gols ele mesmo, é simples assim. Quanto mais nós dermos (a bola) para ele, mais ele produzirá da sua mágica”, disse Cole.
Contra o Equador, o jogador “fez o que sabe”, de acordo com Cole, segurou a bola e deu tempo para o resto do time o acompanhar no ataque. “Ele é um jogador de classe mundial e nós estamos deliciados que ele está em forma novamente”, disse Cole, em referência à rápida recuperação do jogador após uma fratura no pé, que quase o tirou do Mundial.
Sobre as críticas que o time não está rendendo o tanto quanto a torcida espera, Cole admitiu que a equipe ainda pode jogar muito melhor. “Nós não jogamos nem um pouco perto da nossa capacidade, mas estamos orgulhosos e felizes de ter alcançado as quartas-de-final, apesar de não estar jogando bem”, disse o lateral.
Austrália
O atacante australiano Kewell ficou fora da partida de ontem contra a Itália, por causa de gota. Autor do gol da classificação da Austrália diante da Croácia, Kewell teve a doença diagnosticada há dois dias, mas isso foi mantido em segredo na esperança de que ele pudesse se recuperar a tempo de enfrentar os italianos.
Quando os australianos chegaram ao estádio de Kaiserslautern, já se sabia que Kewell não jogaria, porque estava andando de muletas, mas faltava o motivo.
“A gota atacou o pé dele”, contou o lateral-esquerdo Chipperfield ao final da derrota por 1 a 0 que eliminou a Austrália. “Ele está com muita dor e não pode andar.”