08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Copa do Mundo


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Patriotismo, festa, dinheiro, emoção, atenção, garra, gritos, amizade, porém, também ainda há a violência, a corrupção, a alienação, etc. Sentimentos ultrapassam os limites de quatro em quatro anos, época de Copa do Mundo, enquanto os outros fatos ficam parcialmente esquecidos. Nações se mobilizam, rendem-se a este esporte que ocorre em um país sede. A Copa reúne não só o povo, mas também a liberdade de expressão, fazendo do futebol não só um esporte, mas uma forma de amizade, entretenimento, diversão e emoção.

Essa reunião mundial, além de levar à loucura e à felicidade o povo, é um grande banco no mundo. São inúmeras as transações financeiras entre o comércio local e, principalmente, entre os times que participam. São formados por famosos galáticos, onde seus talentos têm preços inestimados. Custam fortunas. Os turistas, fanáticos por futebol, são outras fortunas nesta competição. São roupas, cabelos, objetos, bandeiras, etc. Produtos que são em abundância, além dos luxuosos hotéis, comida, transporte e ingressos para ver grandes estrelas jogarem nos maravilhosos e modernos estádios.

São berros, nervosismo, emoção, felicidade, tristeza, choros, sorrisos, abraços, enfim, amizade em tempos de alegria e tristezas. A Copa consegue reunir todos esses sentimentos, mas também é a época preciosa dos corruptos e da alienação. Tempos onde só o futebol é lembrado. E os políticos? O dinheiro do povo? As promessas? Voltam a ser todos uma ideologia para o povo, porém, só quando a Copa acabar. O povo deveria se unir como nesses tempos, ter confiança em si e ir à luta, torcer, fazer o impossível. Devemos acabar com a desgraça mundial e, finalmente, sermos campeões como cidadãos.

Alisson Goulart e Camila Garmes Armani - estudantes da 8.ª série