É incrível, é de espantar, como determinadas pessoas falam só porque tem boca mesmo. Se tomassem um pouco mais de cuidado não se exporiam dessa forma, ou talvez se exponham porque necessitam aparecer, sem dúvida, creio eu, essa é a mais forte razão pelas atitudes que tomam.
Não me acharam? São novos em Bauru? Eu estou aqui há 57 anos! Estranho. Muito estranho. (JC - 2/7/06) Mais estranho ainda é que me encaminharam um ofício da intenção de tombamento do “sobradinho” no dia 16.10.2003, e isso foi feito depois de eu ter tomado conhecimento pela imprensa [JC] de tal intenção do Condepac. [Obs: o ofício foi enviado para a minha residência].
Também se esquecem da reunião com o corretor de imóveis sr. Sérgio Calado e o advogado dr. José Fernando Borrego Bijos? Incrível, não? Tal afirmação que fazem de “não me encontrar” não é verdadeira, estou inclusive na lista telefônica. Talvez não tenham interesse em falar com a família e muito menos comigo. Faltam com a verdade para com o JC e para com a comunidade bauruense.
Não sei se todos que assinam a carta ao JC realmente a escreveram. Se escreveram, fica muito difícil acreditar em qualquer coisa que venham a falar, pois alguns que assinam a carta sabem muito bem onde moro [no mesmo lugar há 22 anos]. Como disse, alguém falta com a verdade. Eu defendo os meus interesses, minha família e eu é que determinamos o que é bom para a preservação da memória de um dos ilustres da família Rasi. Provavelmente não devem saber que essa família contribuiu e muito com a comunidade bauruense. A comunidade agradeceu a eles. [Sem a intervenção de qualquer Dom Quixote] Adolpho Simão Rasi, Octávio Rasi, Oswaldo Rasi e Mauro Rasi, esse último agraciado com nome de uma das avenidas de entrada para a cidade, uma bela homenagem da Câmara Municipal de Bauru, que soube fazer a proposta, e que proposta!!! Ficamos orgulhosos e agradecidos aos vereadores bauruenses. Obrigado.
Como diria a minha sogra Pérola: “Fazer caridade com o chapéu alheio é muito fácil”. Referia-se àqueles que “não contribuíram”, “não desembolsaram”, “não criaram” condições para o sucesso de um evento ou coisa que o valha, e procuravam de uma forma ou outra “levar os créditos” na produção dos outros. Ou então atrapalhar. A Dona Pérola era muito sábia.
Vocês não conhecem a história de Mauro Rasi e pelo que sei nunca visitaram o “sobradinho”. Se lá estiveram sem o meu conhecimento e prévia autorização, foi invasão de propriedade. Como fica agora? Aproveito para lhes informar o site que a família mantém, sem o patrocínio de ninguém, para que possam aprender alguma coisa sobre o meu cunhado. Lá está quem foi Mauro Rasi e quem fez parte da vida dele e onde [www.maurorasi.com.br]. Aproveitem, uma boa leitura e aprendam um pouquinho. Por favor! Tentem se situar no contexto e não procurem um pretexto para fazer parte do texto. Diante de todas essas circunstâncias, dessa invasão de privacidade, do desrespeito à propriedade alheia, das mentiras, da intromissão no projeto que tínhamos para a casa, decidimos não mais reformar a casa e, logo, logo, o Condepac verá o “Sobradinho do Mauro Rasi” literalmente tombado pelos cupins e infiltrações. Mais um esclarecimento aos conselheiros do “Patrimônio Cultural, Histórico e Arquitetônico” de Bauru. Vocês não tombaram o sobradinho, estão tentando até o presente momento, e a última palavra não será a de vocês. Considero esse assunto “encerrado” a partir de agora.
Ubirajara Baptista Filho - RG 6.343.250 SSP/SP