O que podemos esperar do nosso país, se continuarmos dependendo dos “nossos representantes” políticos?
Eu fico decepcionada, irritada e descrente ao saber toda a manhã pelo noticiário que temos um novo escândalo em nosso meio político. Acho que as reportagens deveriam ser exibidas nas páginas policiais, pois já se tornaram casos de polícia, sim. O que dizer de quem rouba do próximo? Imagine de quem rouba de “milhares de próximos”!
A minha irritação vem à flor da pele quando assisto ou ouço esses meliantes falando em rede nacional os projetos que tem para o futuro. Que futuro? Temos uma das maiores cargas tributárias em vigor. Como podem 45 % da conta de energia elétrica sserem tributos, nossos códigos civil e penal totalmente ultrapassados, dando brechas na lei para que o sujeito que deveria ser julgado, condenado e preso, volte para casa e brinde com champagne (com certeza francesa ), para que assassinos de máxima periculosidade não tenham benefícios só porque a lei os protege devido à sua idade (para matar não tem idade ). E o que dizer de assassinos que se tornam verdadeiros “mega star” por terem assassinado seus pais, avós ou trabalhadores.
Eu não entendo como pode. As pessoas que estão no poder deveriam cuidar para que as leis fossem em prol do cidadão de bem. É só ir de fato para Brasília, entrar no Congresso, colocar em pauta e votar para mudar e melhorar as condições de vida deste povo que não suporta mais tanta falcatrua.
O que dizer da invasão do mlst no Congresso, e como tudo foi resolvido? Se algum outro país resolver invadir o Brasil, não precisa nem de armamento, é só se munirem de paus, pedras e foices, não é o fim?
Na CPI dos Correios, até réus confessos foram inocentado, quando deveriam ser cassados. O pior é que temos autoridade que não viu nada, não sabe de nada e não faz força para que os culpados sejam de fato punidos.
Agora temos uma nova CPI, a da Sanguessuga, onde o nome de vários políticos é mencionado. Se tivéssemos leis mais severas, eles já estariam suspensos até que se provassem a inocência, se é que existe algum inocente.
No mês em que acontecia a Copa do mundo, assisti a entrevistas diversas do nosso presidente se posicionando em relação aos jogos e atuação dos jogadores, mas não o vejo se posicionando com tanta vibração em relação aos constantes escândalos políticos.
Somos um povo que, antes do futebol, temos necessidades básicas, como segurança, educação, saúde, emprego.
Nós temos em nossas mãos o poder de começar a mudar essa trágica situação: são nossos títulos de eleitor, sabendo usá-los as coisas mudam.
Mariluci Lombardi - RG 13.733.107.0