08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

A leishmaniose e nós


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Sou moradora do bairro Jardim Prudência e acabei de constatar através da leitura do jornal que um homem de 48 anos, morador deste bairro, está com a doença. Isso me assusta, pois além de mim e meu marido, tenho três animais em casa. Amigos, o momento agora é de cautela e cuidados em geral não só com campanhas para controle de animais, pois até agora, pelo que entendi, a doença foi passada diretamente a humanos. Sendo assim, acho que uma campanha de conscientização da população em relação ao lixo armazenado dentro de casa, limpeza dos quintais, horários em que esse mosquito costuma agir seriam bem-vindos.

Tentar resolver o problema apenas com os animais seria começar a combater o inimigo da metade do caminho pra frente. O lixo, por exemplo. Outro dia, caminhando com meu marido pelas redondezas do bairro começei a contar quantas casas tinham lixeira pra fora (na calçada). Poucas, muito poucas, isso sem contar a quantidade de lixo que vi na rua, calçadas, terrenos baldios, que além de serem um local adequado para o mosquito são depósitos de doenças! O lixo que fica na calçada, até que o coletor passe, fica a merce de algum animal ou até mesmo um catador de rua, pois ele irá remexer para ver se tem algo para reciclagem. Daí vem a idéia da separação do nosso lixo antes de colocar na rua. Meus caros, existem várias maneiras de nós, moradores, ajudarmos a combater esse mal. na minha opinião, é apenas uma questão de colaboração e união.

Kátia Cristina da Silva