09 de julho de 2026
Regional

OAB minimiza ligação entre advogados e PCC

Por Cláudio Dias | Tribuna Impressa, especial para o JC
| Tempo de leitura: 1 min

Araraquara - A participação de advogados entregando celulares aos presos dentro da prisão de Araraquara (117 quilômetros de Bauru), mantendo contatos pelo telefone e repassando informações de integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) é muito pequena se comparado ao quadro de 250 mil profissionais existentes no Estado de São Paulo. Pelo menos essa é a opinião de Luiz Flávio Borges D´Urso, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) São Paulo.

O presidente afirma que o Tribunal de Ética da Ordem atua com firmeza para punir os advogados que realmente tenham envolvimento com criminosos. Ele lembra que são pouquíssimos profissionais envolvidos em escândalos e, segundo ele, isso acontece em todas as profissões. Sobre falar com os presos pelo celular, D´Urso desconversa e diz caber as autoridades proibirem a comunicação. Atualmente, mais de 30 advogados estão sendo investigados por trabalharem em favor da facção.