10 de julho de 2026
Polícia

Polícias Civil e Militar mantêm alerta durante o final de semana

Por Ieda Rodrigues | Com Redação
| Tempo de leitura: 2 min

Apesar de até o início da noite de ontem Bauru não ter registrado nenhuma ocorrência suspeita de integrar a terceira onda de ataque atribuída ao Primeiro Comando da Capital (PCC), que atingiu a Capital e algumas cidades do Interior, as polícias Civil e Militar locais estão em alerta. Estão colocando em prática estratégias de prevenção e, se precisar, de repressão ao crime organizado.

A Polícia Civil deflagrou um plano de contingência, no qual cada delegado tem um esquema de ação, e de reforço no policiamento já no início da semana, após os ataques ocorridos na Capital. A Polícia Militar adotou seis ações estratégicas de prevenção. Uma delas é a restrição do fluxo de veículos nas imediações das Bases Comunitárias de Segurança, reduzindo a velocidade nas proximidades das instalações policiais.

Outra é a redução dos horários de folga de todos os policiais militares da área administrativa e operacional, propiciando dessa forma um maior contingente nas ruas. A terceira é a intensificação das operações de abordagem em veículos e pessoas, por meio de bloqueios policiais, de forma a inibir o trânsito de criminosos em veículos produtos de furto e busca de armas ilegais, procurados pela Justiça e tráfico de entorpecentes.

A PM também está realizando blitze em bares, escolta a ônibus circulares por meio de acompanhamento da viatura e de policiais fardados dentro dos coletivos, monitorando os presos beneficiados com a saída temporária para certificar se estão no convívio de seus familiares e não em lugares diferentes dos previstos na lei.

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Agressão no trânsito

No final da tarde de ontem, um policial militar que estava à paisana transitando pelo viaduto da rua 13 de Maio chegou a ser agredido através da janela do carro em que estava, pertencente a seu pai.

A Polícia Militar informou tratar-se de uma briga de trânsito, sem nenhuma relação com sua profissão. Porém, chegou-se a cogitar que ele tivesse sido agredido e até alvo de um tiro pelo fato de ser policial e que o caso teria relação com o PCC.