10 de julho de 2026
Nacional

Mercadante e Quércia criticam a atuação de Serra na área da Saúde

Folhapress
| Tempo de leitura: 2 min

São Paulo - Assim como no horário eleitoral de rádio, os candidatos ao governo de São Paulo Aloizio Mercadante (PT) e Orestes Quércia (PMDB) criticaram, na TV, a atuação do tucano José Serra na área da Saúde.

Mercadante afirmou que Serra prometeu melhorar a Saúde quando esteve à frente da Prefeitura de São Paulo e acabar com as filas para exames e consultas, mas que não cumpriu o prometido. “Agora, vamos ter mais rapidez nas consultas, diferente do agendamento capenga de ontem. Além disso, vamos informatizar o sistema de Saúde e criar o cartão gratuito.”

O petista lembrou mais uma vez aos eleitores que como líder do governo no Congresso participou das decisões do governo federal, citando o Prouni, o Bolsa-Família e a Merenda Escolar. “Com Lula e Mercadante, São Paulo vai ter uma parceria como nunca teve.”

Já Quércia disse que o tucano e o PSDB vivem no mundo do faz de conta, quando mostram realizações na Saúde. “Não é verdade o que eles dizem na propaganda. Se o candidato (Serra) não fala a verdade, como acreditar em promessas mirabolantes?”

O peemedebista afirmou que suas prioridades como governador serão a Educação, empregos e segurança pública. “Não adianta promessas mirabolantes. Minhas promessas são simples, mas vou realizá-las. Já fiz muito por São Paulo, mas o importante é o que farei agora.” O programa de José Serra destacou ontem suas propostas para a Educação. “Serra sabe o valor de uma educação de qualidade, pois estudou em escola pública quando menino. Ele acabou com as escolas de lata e vai colocar a Educação em primeiro lugar.”

O tucano disse ainda que vai trabalhar com seriedade e planejamento e investir mais em escolas técnicas, nas Faculdades de Tecnologia (Fatecs). “Um governador que pensa no futuro tem que sonhar junto com os jovens, mas quando se fala em dinheiro público tem que ter os pés no chão.”

Nanicos

O candidato Carlos Apolinário, do PDT, criticou o PSDB e o PT. Para Apolinário, os dois partidos levaram a questão da segurança pública para uma briga política. “A polícia tem que ir para as ruas e os bandidos para a cadeia. Não adianta discutir de que é a culpa.” Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) falou sobre segurança pública. Segundo ele, para combater o crime organizado é preciso que haja menos desigualdade. Cláudio de Mauro, candidato do PV, afirmou que a grande obra do partido é a construção das pessoas. “Política é escolha, a sua escolha (do eleitor).”