A Universidade Paulista (Unip) de Bauru inaugurou nesta semana o Comunip - Laboratório de Redação do curso de jornalismo da instituição. O nome Comunip nasceu de um concurso feito entre os alunos e a vencedora foi a aluna Leliane Vidotti, que cursa o quarto semestre.
De acordo com a assessoria de imprensa da instituição, o novo espaço segue tendência da reitoria da universidade de disponibilizar espaços dedicados aos cursos oferecidos pelos 34 câmpus da instituição. Os cursos de direito, enfermagem e publicidade e propaganda já contam com salas específicas no câmpus de Bauru. Em breve, um hospital veterinário será construído para auxiliar no aprendizado dos alunos do curso de medicina veterinária.
O laboratório de redação conta com computadores, TV de 29 polegadas, aparelho de DVD, microsystem, fax, impressora, scanner e demais equipamentos necessários para que os alunos possam desenvolver suas atividades. Uma funcionária, a mestranda em comunicação midiática Adeline Gabriela Silva Gil, vai auxiliar os alunos no desenvolvimento de produtos jornalísticos destinados aos públicos interno e externo.
Com as instalações em funcionamento, o trabalho já começa a tomar forma. Uma agência de notícias, que ganhou o nome de Agência Unip Bauru de Notícias, está em funcionamento. O jornal mural mensal Unipress será fixado no pátio e veiculará notícias de todos os cursos, além informações sobre eventos realizados no câmpus. O novo espaço é uma antiga reivindicação dos alunos de jornalismo.
Maria Cecília Martha Campos, coordenadora do curso de jornalismo, acredita que a sala irá fortalecer a imagem do curso do câmpus de Bauru iniciado há três anos, além de contribuir para o aprendizado dos alunos. “Eu vejo o laboratório como um pólo dinamizador do curso. Vai permitir a vinculação da teoria com a prática do jornalismo e dará mais visibilidade ao curso em Bauru e região”, enfatiza, em entrevista à assessoria de imprensa da instituição. Na opinião de Martha Campos, não existem fronteiras para a utilização do laboratório de redação. “Não há limites para a produção desta redação. Ela é potencialmente muito produtiva e nós queremos que os alunos se aproximem e se apropriem do Comunip”, comemora.