São Paulo - A advogada Maria Cristina Rachado, presa desde 20 de julho sob a acusação de formação de quadrilha, foi beneficiada ontem por uma decisão da 3.ª Câmara Criminal de São Paulo e deixará a Penitenciária de Ribeirão Preto (SP).
Ela trabalhava para Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, chefe do Primeiro Comando da Capital (PCC). Com base em uma decisão prevista na lei federal n.º 8.906/94, o defensor da advogada, Mário de Oliveira Filho, conseguiu na Justiça sua transferência para uma sala na sede do Exército ou da Polícia Militar (PM) em São Paulo.
Caso nenhuma das entidades possa abrigá-la presa, Rachado deverá ficar em prisão domiciliar.