No primeiro turno destas eleições votei em Rodrigo Agostinho para deputado federal. Eu nem exigiria que ele cumprisse integralmente o seu mandato no caso haver sido eleito, pois votarei nele novamente daqui a dois anos, para prefeito de Bauru, se ele estiver no páreo e não surgir até lá nenhum outro candidato ao mesmo cargo a meu ver superior a ele em fazer muito e falar pouco. Estou satisfeito com a incomum votação que ele obteve, ainda que não haja conseguido se eleger. Agostinho continua uma respeitável biografia para as próximas eleições em Bauru.
Para presidente da República, no primeiro turno fui de Luciano Bivar... e com meu voto ajudarei a eleger Geraldo Alckmin, uma vez que o ajudei a estar no segundo turno. Para senador fui de Afif, que eu adoraria ver, por exemplo, ministro da Agrucultura num governo Alckmin, concretizando o reeditado plano de metas do abortado segundo governo JK, “Cinco anos de agricultura para 50 anos de fartura”. Para governador, com meu voto ajudei Serra a ser o próximo máximo mandatário paulista.
Para deputado estadual, fui de Pedro Tobias, de quem tenho a honra de ter sido o primeiro assessor de imprensa da carreira política, ainda como vereador de primeiro mandato em Bauru. Para esses políticos, mais do que haver dado meu voto, me disponho a trabalhar incansavelmente na realização dos seus sonhos de interesse público. Ainda que em algum momento dois ou mais deles estejam disputando o mesmo cargo.
Vivemos um momento maravilhoso politicamente no que alguns consideram o outono da minha vida, mas que eu mesmo concebo, percebo... e sinto como apenas a primavera. Então não vou perder a chance... e recomendo a você que também aproveite muito bem esse incomparável momento para a purificação das instituições.
Nilson Avante - jornalista