Viver sem ter a vergonha de ser feliz, buscar a felicidade sem renunciar seus direitos, deve ser prioridade. Todos fomos criados com bons princípios, mas a busca da coroa é para poucos. Existem os que nascem para ser mais um no mundo, que por um lado é vantajoso, eles serão sempre pessoas não perseguidas, sem ter quem os odeie, mas existem os Mahatma Gandhi que nascem para revolucionar, sem se contentar com as desavenças diárias, alimento que nossas almas não rejeita mais.
Na vida o diagnóstico para as insondáveis turbulências é a busca dos direitos raciais, religiosa, e diversos feudos das nossas vidas, governados pelos senhores políticos. Donos das campanhas. Más ou boas, todas visam melhorias, na educação, transporte, mais de tão utópico ser o pensamento da igualdade social, direitos iguais, por ser tão ide-irrealista, não se vê mais como objetivo.
Nossos sonhos, respeito, educação, vem da célula ovo, que desde o descobrimento dos filhos a nascer, nossos pais já pensam em que seremos no futuro, e todos os investimentos deles são hoje motivos de futuros agradecimentos a ele por saberem lidar com o mundo. Nossos direitos correspondem ás bases que temos, cada pensamento são identidades genéticas que muitas vezes não correspondem aos padrões comuns. E se temos ideais diferentes, porque tão somos tão caçados? Perseguidos? Sendo que as regras “básicas” são respeitarmos os outros, então qual o motivo de tanto banditismo? Porque são á nós impostas as leis, e não cumpridas.
Voltando ao incontestável investimento familiar, obtemos a soma de que educação + princípios = vitória, ser intransponível ao bem, subindo os degraus da volúpia social, nossos pais, nossos investidores são a raiz da boa índole, a nascente da dignidade, o molde do caráter.
O que hoje pode ser caro, curso de inglês, escola, futebol, cursinho, amanha se torna desprezível ao dinheiro, pois a criação é a liberação da maldição que por assombração dá nos a razão de sermos mais um no mundo, mas aqueles que sabem ser cidadãos, sabem o que é ser crítico, é ligar a TV e desligas logo após, é abrir e rasgar o jornal, é visualizar mudanças para o nosso país.
Stéfanno Mastroianni Moraes - estudante