No idioma Mapuche, Pucón significa “Entrada da Cordilheira”. Cercada de florestas, a cidade hoje vive do turismo, da exploração de madeira, da agricultura e do comércio (não deixe de comprar as flores em madeira vendidas na entrada da cidade ou nas lojas de artesanato).
Mas não foi fácil chegar ao estágio atual. No passado, era difícil atingi-la: havia necessidade de se chegar até Temuco de trem, seguir por terra até Villarica e aí cruzar o lago em um pequeno barco a vapor até o povoado. Uma aventura, segundo o excelente guia que deve ser comprado pelos turistas que vão à cidade: “Pucón – Souvenier Chile”, da Editorial Kactus (6.000 pesos).
Os turistas descobriram suas belezas, a cidade progrediu e a partir da década de 30 começaram a ser construídos os primeiros hotéis, caso do Gran Hotel Pucón, inaugurado em 1939.
Tornou-se destino campeão no circuito internacional diante dos recursos naturais que oferece: vulcãos que permitem esqui e trekking, águas termais, lagos e rios (pesca recreativa, rafting e vela); parques nacionais e áreas planas, emolduradas pelos Andes, especiais para cavalgadas e agradáveis passeios de bicicleta.