O advogado e ex-assessor da Prefeitura de Bocaina Edson Pinho Rodrigues Júnior, garantiu ontem que não há conotação política na denúncia que fez ao Ministério Público sobre a falta de licitação na contração do sistema de Ensino Positivo. Ele entende que a contratação dos serviços precisa ser licitada.
Pinho explica que tomou conhecimento da falta de licitação pelo próprio MP. “Foi o único caso que chegou aos meus ouvidos. Não sabia que Jaú ou qualquer outra cidade tinha adotado o mesmo sistema”, garante.
O advogado questiona a falta de licitação e não a qualidade do produto. “Eu não questiono a qualidade do produto, eu mal conheço o Sistema Positivo e pode ter um conteúdo muito bom. Só que a lei exige a licitação ainda mais quando o valor é superior a R$ 200 mil”, argumenta.
Ele explicou que, embora resida em Jaú, tem um relacionamento grande com os moradores de Bocaina e acompanha o dia-a-dia daquela cidade. “Eu já trabalhei lá e ouvi comentários sobre essa compra. Quando fiz a denúncia não sabia que o município de Jaú e outras cidades tinham adotado o mesmo sistema da mesma maneira.”