09 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Bombeiros, os anjos da guarda


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No dia 13 de outubro passado, vi um acidente de um motociclista que atropelou um pedestre na rua 13 de Maio com a avenida Rodrigues Alves, tinha acabado de acontecer e, como sempre, o aglomerado de pessoas para ver o ocorrido era grande. De imediato um senhor de cabelos grisalhos parou seu carro, um golf vermelho, e colocou o girofole em cima do teto do carro e já vestindo uma luva descartável dirigiu-se à vitima para prestar os primeiros socorros; percebi que o mesmo era um profissional da saúde, pois com todo o cuidado examinou a vitima sem movê-la um pouco sequer. Sabemos que não se deve remover a vitima sem antes os “Anjos da Guarda” chegarem ao local. Havia também um rapaz que prestava socorro à vítima que junto com o senhor grisalhos amenizou o sofrimento do transeunte. Mas o que me impressionou foi a agilidade do resgate, um verdadeiro relâmpago, e com todo cuidado possível conduziu a vitima para o hospital. Essas duas pessoas que auxiliaram na remoção da vitima mostraram para o povo que a solidariedade é um dom divino. Para ambos, um grande abraço e muitas felicidades. E para os “Anjos da Guarda”, dedico este singelo poema.

Heróis de toda à hora

Sempre apostos e alertas

No batalhão a onde mora

As postas estão sempre abertas

O alarme acionou

Um pedido de assistência

Uma vida logo salvou

Os heróis da “paz-ciência”

Dedicam com muito amor

A sagrada profissão

Seja lá onde for

Os heróis sempre estão

Heróis que arriscam a vida

Para outra vida salvar

A insígnia no peito luzida

De um herói sempre a lutar

Faça chuva faça sol

De noite ou de dia

Os heróis estão no rol

Dos homens sem covardia

Logo vem a bonança

De mais uma batalha

Os heróis da esperança

São corretos e nunca falha

Deixo aqui o meu apreço

Aos heróis da salvação

De coração eu agradeço

Em nome de toda a nação.

Luiz Antonio de Oliveira