10 de julho de 2026
Nacional

Polícia liberta testemunha do caso Toninho do PT

Folhapress
| Tempo de leitura: 1 min

Campinas - O sushiman Anderson Gonçalves -testemunha no processo que apura a morte do prefeito de Campinas (SP) Antônio da Costa Santos, o Toninho do PT- foi solto ontem após ficar duas horas e meia preso. Ele só foi liberado porque admitiu ter mentido ao acusar petistas de Amparo (130 quilômetros de SP) de o terem dopado em 2002. Ele havia sido preso por prestar falso testemunho.

Gonçalves havia declarado ao Ministério Público ter sido dopado a pedido do ex-funcionário da Prefeitura de Amparo, Nilton Amâncio, para que ele não prestasse depoimento no processo do caso Toninho. Toninho foi assassinado em 2001 quando saía de um shopping de Campinas.

O processo sobre o crime está em fase final. Gonçalves relatou em 2003 à Justiça ter presenciado três reuniões em um bingo nas quais teria sido tramado o assassinato. O sushiman foi preso anteontem à tarde a pedido do Ministério Público de Amparo por falso testemunho, em um processo que apura eventual envolvimento de funcionários municipais na suposta dopagem.