08 de julho de 2026
Polícia

Menina é agredida dentro de escola

Thatiza Curuci
| Tempo de leitura: 2 min

Uma menina de 11 anos foi agredida anteontem, por volta das 18h30, quando estava na porta de saída da escola estadual Luiz Castanho onde cursa a 5.ª série. Uma colega da 8.ª série, de 13 anos, cercou-a para tirar satisfações. A garota recebeu socos no rosto e foi arranhada no pescoço. Ela registrou boletim de ocorrência e foi acompanhada até a delegacia por uma representante da escola e sua mãe.

Segundo a menina, um falso boato teria motivado a agressão. “Falaram que eu havia xingado ela, mas isso não aconteceu”, explica. Preocupada, a mãe resolveu procurar a polícia por temer pela segurança da menina e dos outros três filhos. “A partir do momento que meus filhos estão na escola, a responsabilidade não é mais minha. Antes, eu estava segura sabendo que ela estava estudando. Agora, já não sei mais o que pensar”, preocupa-se a mãe. A menina agredida também teme voltar à escola. Ontem, ela preferiu ficar em casa.

A diretora da escola nega que a agressão tenha acontecido dentro da escola. “Houve uma discussão dentro da escola e a agressão aconteceu do lado de fora”, garante. Ela diz que as providências tomadas pela diretoria foi conversar com a vítima e a adolescente orientando-as sobre tolerância.

Até a manhã de ontem, a polícia não havia localizado a adolescente agressora. O caso foi encaminhado à Delegacia de Infância e Juventude (Diju). Ontem, a menina fez exame no Instituto Médico Legal (IML) para comprovar a agressão.

Na semana passada, uma adolescente de 17 anos foi vítima de uma colega de 16 anos ciumenta e agressiva. Quando saía da escola, por volta das 12h, foi abordada pela adolescente, que chegou agredindo-a com tapas. A agressão ficou mais grave quando a colega bateu a cabeça dela contra a parede, até que desmaiasse. Ela foi socorrida por funcionários da escola que chamaram a polícia.

Outro caso similar aconteceu no começo do mês, quando uma adolescente de 15 anos foi esfaqueada no pescoço por uma colega de 16 anos quando estava chegando na escola.

Os nomes das adolescentes não foram divulgados em respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente.