11 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Palavras de grandes e nobres... E não tão grandes ou nobres homens


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O grande Abraham Lincoln sabiamente nos alertou em relação ao populismo e assistencialismo com as seguintes palavras: “Não poderás ajudar aos homens de maneira permanente, se fizerdes por eles aquilo que eles podem e devem fazer por si próprios”. E no campo de batalha de Gettysburg ele lembra aos presentes que a honra e reverência devem ser dadam àqueles que se sacrificaram para que: o governo do povo, pelo povo e para o povo não venha desaparecer da face da terra.”

John Fitzgerald Kennedy, por sua vez, também alertou o seu povo sobre a responsabilidade de cada um para se manter um país próspero, justo, independente e honrado com as palavras “Não pense no que o país pode fazer por vocês, mas pensem naquilo que vocês podem fazer pelo seu país.”

Richard Nixon, após os escândalos de Watergate, disse as palavras pelas quais será lembrado na História “Eu não sou gatuno!”

Lula, depois dos escândalos dos Correios, do mensalão, do Waldomiro Diniz, do Zé Dirceu, dos sanguessugas, queima de arquivos, dossiês falsos contra oponentes, enriquecimento ilícito do filho Lulinha, uso ilícito de fundos da Petrobras e Banco do Brasil e mais uma infinidade de pecadilhos e mentiras que deixaram até o próprio pai das mentiras ruborizados, diz a famosa frase “Eu não sei de nada!” Que não será conhecida no mundo, porque infelizmente pelos governos que são eleitos nesta sofrida nação nunca deixaremos de ser um país de imenso potencial, mas sempre desconhecido e desprezado por sermos dirigidos sucessivamente por (ou saqueado) por Lilliputianos e Nibelungs.

Nos Estados Unidos, Nixon foi cassado, no Brasil dos Sertões Veredas o Lula é reeleito com grande maioria.

O filósofo inglês John Stuart Mill, cuja obra inspirou a Constituição dos Estados Unidos, que nunca precisou de mudanças em toda a sua existência, escreveu em seu livro “On Liberty” no capítulo sete “sobre a verdadeira e falsa democracia; Representação de todos e Representação somente da maioria. ‘Sabe-se que existem dois perigos principais à democracia representativa. Primeiro é o baixo grau de inteligência dos governantes e na opinião popular que os controla.” Até parece que Stuart Mill estava profetizando sobre o destino de alguma sofrida nação latino-americana!

Benedito Sampaio Guedes de Azevedo - professor e economia Internacional do Sistema Universitário do Estado da Califórnia - EUA