11 de julho de 2026
Política

Vinagre vai a vereadores para fazer defesa da equipe e rejeita denúncia

Marcelo de Souza
| Tempo de leitura: 2 min

O secretário municipal de Cultura, José Augusto Vinagre, se reuniu ontem com vereadores para falar sobre as denúncias de supostas irregularidades na pasta. A conversa foi realizada na Câmara, a pedido do secretário, e ele negou qualquer problema envolvendo membros de sua equipe na Secretaria. “A iniciativa da reunião foi exatamente para reforçar que tenho total confiança em quem me cerca na Secretaria e que eu necessito, caso haja alguma denúncia concreta, que ela seja passada para mim para que eu possa averiguar e investigar a existência real delas”, disse.

A manifestação do secretário é feita um dia depois do JC apurar que alguns vereadores se dispõem a juntar informações de três pastas – Administrações Regionais, Cultura e Educação – para abertura de uma Comissão Especial de Inquérito (CEI). As diversas manifestações de parlamentares, na sessão de segunda-feira, sobre denúncias recebidas envolvendo a Secretaria de Cultura, também deram a Vinagre a idéia de procurar os vereadores para conversar.

Conforme o JC noticiou na edição de ontem, o secretário pediu para conversar com o vereador José Carlos Batata (PT), para falar sobre o assunto. O petista convidou outros vereadores para participar da conversa com Vinagre. Segundo Batata, foi uma reunião informal, sem cobranças. “Ele pediu para conversar e falou que está à disposição para qualquer esclarecimento”, disse. Além de Batata, participaram da reunião os vereadores Marcelo Borges (PSDB), Majô Jandreice (PC do B), Benedito da Silva (PSDB) e Luiz Carlos Barbosa (PTB).

O vereador do PT afirmou que o secretário queria saber em quais setores da Cultura estariam os problemas citados na sessão de segunda-feira. Segundo ele, Vinagre afirmou não haver desvio de recursos na Secretaria. “Ele (Vinagre) disse que pode haver erros em um ou outro setor, mas não houve intenção de se fazer alguma coisa errada”, explicou. Batata também informou que o secretário não levou nenhum documento para confirmar o que estava dizendo aos vereadores.