Com as torneiras secas, moradores das quadras 14 e 15 da rua Monsenhor Claro e suas travessas, no Jardim Estoril, tiveram de encher baldes e bacias em um caminhão-pipa enviado ontem pelo Departamento de Água e Esgoto (DAE). Alguns ainda conseguiram que o caminhão abastecessem suas caixas d’água. A falta de água, até ontem à tarde, ainda era um mistério para a autarquia.
De acordo com a assessoria de imprensa do DAE, o motivo da falta de água pode ser um vazamento ou um entupimento na rede de distribuição. Para retomar o fornecimento de água, ainda ontem funcionários da autarquia iniciaram uma interligação emergencial na rede de distribuição.
Ontem à tarde, a moradora Tânia Simonetti procurou o Jornal da Cidade para relatar o problema. “Não temos água para cozinhar, limpar a casa. E o pessoal do DAE não sabe o motivo, nem tem previsão de quando voltará o fornecimento”, conta. Ela aproveitou a passagem do caminhão-pipa e pediu para que os funcionários do departamento enchessem a sua caixa d’água, vazia desde a última segunda-feira.
Pelo telhado, foram preenchidas os reservatórios de algumas residências da rua e seus cruzamentos. Outros moradores recorreram aos baldes para garantir a água ontem.
Segundo a assessoria de imprensa do DAE, o problema de abastecimento registrado no local pode ter sido causado por vazamento ou entupimento na rede pública. Funcionários da equipe de manutenção do departamento estão investigando a localização do defeito para, depois, repará-lo.
Até o problema ser resolvido, o DAE providenciou uma interligação emergencial no setor, para abastecer as casas afetadas na rua Monsenhor Claro e proximidades. Desta forma, a Divisão de Produção da autarquia garantiu que o fornecimento de água seria regularizado até a noite de ontem.