09 de julho de 2026
Articulistas

Não somos sozinhos


| Tempo de leitura: 2 min

Caro leitor: hoje vou adentrar a sua comodidade para apresentar uma idéia que não é nova. É algo extremamente antigo, mas vale a leitura. A história toda acontece em torno de uma frase lapidar... “aqui tem qualidade de vida”. Você, com certeza, leitor, deve estar se perguntando... “e eu, o que tenho a ver com isso tudo?” Tudo. Eis a palavra... e vamos nos perguntando: será que chega um tempo em que as coisas não têm mais graça? A rotina sempre vai tomar conta da nossa vida? E aquele projeto que ficou para trás, ainda vou realizá-lo? Estas são algumas reflexões muito atuais e complexas... ou seriam simples?

E tem mais: você termina o dia com a sensação de que não fez tudo o que poderia ter feito? Os mais antigos diriam: estamos em uma sinuca de bico. Acho que não. Nada disso. A situação não é tão complexa assim. E as lições que tiramos do cotidiano fortalecem a nossa intimidade. Só precisamos fazer o que deve ser feito. O tempo de mudança de atitudes já começou. Afinal, é melhor ser alegre que ser triste. Diversões à parte, precisamos de um tempo para reorganizar toda a situação. Desta forma, vamos dando o tempo necessário para a realização de todas as coisas que devem ser realizadas. Alguns acham que isso tudo é chover no molhado. Não é nada disso. É algo sério e com sentido. Todo o sentido do mundo. A qualidade de vida começa na atitude... ou na mudança dela. O que gera um segundo ponto: um turbilhão de energias para compor a qualidade de vida que merecemos. Acontece que os homens estão acostumados a correr atrás do dinheiro, o que deixa a pessoa nas mãos do próprio dinheiro. Coisa da mediocridade universal. Então o homem se pergunta: “que qualidade de vida é essa? Onde vamos parar, se não paramos um minuto na vida para olharmos as coisas que estão ao nosso redor.

Refletida a questão, é hora de decidir. Espantar as moscas e realizar uma missão a que fomos levados. Missão: algo a ser feito. Patrocínio: você mesmo! O segredo é a construção da Rede do Bem. Nem mais, nem menos... só uma grande rede do bem, em torno de ideais que levem qualidade à vida de todos.

O ponto chave para esta opção em qualidade de vida é “desconstruir” para construir tudo de novo. Conhecer e vivenciar é um caminho possível. De resto, a vida também é feita de encontros... e despedidas. Cada um faz a sua parte e se movimenta no todo. E nesse encontro pode estar você.

O autor, Reginaldo Tech, é professor de literatura e redação, e coordenador da ONG COMVIDA. Leia mais textos acessando www.blogdotech.zip.net e também www.comvida.org