10 de julho de 2026
Cultura

Mensagem antitecnologia e poucos sustos marcam ‘Pulse’

Da Redação
| Tempo de leitura: 1 min

Adaptação de um terror japonês do diretor Kiyoshi Kurosawa, esse “Pulse”, que estréia hoje nos cinemas, é mais um filme sem surpresas com monstros-fantasmas esquisitos e branquelos, porém carrega em si uma campanha contra a Internet, a pirataria digital, os telefones celulares e toda a tecnologia que invade a vida social nos dias de hoje.

Dirigido pelo estreante Jim Sonzero e com roteiro de Wes Craven e Ray Wright, o filme acompanha um grupo de jovens que investiga uma série de suicídios ligados a um site que promete aos seus internautas, por meio de uma webcam, a interação com a morte. No elenco, estão a loirinha Kristen Bell (“Veronica Mars”), Christina Millian (“Be Cool”) e Ian Somerhalder (o Boone de “Lost”).

Críticos internacionais apontaram que desde “Poltergeist”, que barbarizava com a TV, nenhum filme havia sido tão contundente com os “perigos” do vício tecnológico como esse.

Se o roteiro vende a paranóia como um apocalipse global causado pelo vício na tecnologia, tenta colocar a trama com idéias mais diretas, mas torna tudo muito acusatório. Praticamente todo personagem que acessa a Internet acaba morto. Se o público vai entender a mensagem, é uma dúvida.