Assim como não há forma de prevenir a pré-eclâmpsia, também não há cura. O que é absolutamente necessário é a realização dos exames de pré-natal e acompanhamento rigoroso da gestante. Mulheres que já têm fatores de risco precisam de mais atenção do médico.
Surgindo sintomas como cefaléia, tontura, dor na boca do estômago, náusea, vômito, pontos brilhantes, além, é claro, do aumento da pressão arterial, é preciso procurar o médico. Ele vai decidir qual a melhor conduta. “Se for um caso leve pode cuidar no consultório. Se for grave, pode precisar internar ou fazer o parto. O erro está em esperar a complicação para agir, não se pode deixar evoluir”, afirma Eduardo Cordioli, coordenador da maternidade do Hospital São Camilo.
Repouso e remédios hipotensores para baixar pressão podem ajudar. Não é recomendável retirar o sal, pois a gestante já perde sal e o bebê precisa de iodo. Além disso, o sal não causa a pré-eclâmpsia, que é uma situação imunológica.
Quando a pressão atinge 14 por 9 ou há proteinúria o jeito é internar. O tratamento definitivo é acabar com a gravidez e tirar a placenta. Esse é o momento de avaliar com o médico os riscos -para o bebê prematuro e para a mãe doente - e os benefícios.