08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Aplausos a quem merece


| Tempo de leitura: 2 min

Antes de tudo, agradeço a abertura que o JC dá aos seus leitores.

Por mais que se escolham as palavras para tecer críticas sérias, via de regra não são aceitas ou aceitas com um considerável “azedume”, mas em qualquer caso nada é feito ou modificado. Já que assim é, vamos recorrer ao aplauso, tão bem recebido, embora de formas diversas. Conto com a participação de todos. Vamos lá!

- Um aplauso aos que provocam queimadas, inclusive nas áreas urbanas!

- Um aplauso aos que destroem os orelhões, mesmo sendo eles um recurso eficiente e rápido, principalmente em situações de emergência.

- Um aplauso aos que não resistem aos impulsos de externarem a própria imbecilidade e grafitam (emporcalham) paredes das propriedades públicas e particulares.

- Outro aplauso aos que danificam e inutilizam as placas de trânsito; é bem provável que o objetivo doentio seja provocar um grave acidente.

- Um forte aplauso às “rainhas da mangueira”; aquelas que insistem em “varrer” a frente da casa com jatos de água potável, empurrando a sujeira para a frente da casa vizinha, sujeira essa que volta no dia seguinte, trazida pelo vento (mas elas não desistem...); muitas “regam” inclusive o meio da rua, talvez na esperança de que nasça um “pé de bom senso”.

- E agora, de pé, um forte aplauso aos responsáveis pela qualidade não só do serviço, mas acima de tudo pela qualidade da “substância” usada para “pavimentação” das ruas e remendo dos buracos da nossa Bauru. Qualquer comentário, sobre a quantidade de buracos ou de ruas vítimas do descaso, é desnecessário. O enfoque aqui é outro; é esse “mingau” usado. Até quando todos nós (ruas, buracos, carros, contribuintes, etc.) vamos ter de engolir esse “mingau” totalmente inadequado, frágil às chuvas e mesmo ao trânsito normal de veículos. O que mais impressiona é a insistência no seu uso, de absoluta ineficiência, autor principal da novela tapa-destapa, faz-refaz-arrebenta. Alguém deve estar ganhando nessa novela; e não somos nós contribuintes, nem a cidade e muito menos o orçamento público.

Por respeito à paciência de todos nós, termino aqui com a adaptação de uma frase de J. F. Kennedy no seu discurso de posse: não pergunte o que Bauru pode fazer por você, mas o que você pode fazer por Bauru, a sua cidade!!

Em tempo - Uma última salva de palmas, principalmente das crianças beneficiadas com a merenda escolar, aos responsáveis pela perda de uma tonelada de carne em virtude de... irresponsabilidade? Descaso? Incompetência ou...?

Walter Claudio Ceppo