As concessionárias serão obrigadas, a partir de maio na região de Bauru, a ofertar um plano alternativo aos consumidores. A opção é indicada para quem fica mais tempo (superior a três minutos) ao telefone. Mas segundo o Idec, o reajuste será o mesmo do plano básico.
Neste caso, assim que a ligação (do plano alternativo) for atendida, o consumidor pagará um mínimo equivalente ao que se cobra por quatro minutos de conversação. Além disso, será cobrado por tempo de utilização, a cada décimo de minuto (ou seja, a cada seis segundos), informa o Idec.
Os horários de tarifa reduzida serão os mesmos do plano básico. A assinatura e a habilitação terão o mesmo preço e a franquia de 100 pulsos será convertida para 400 minutos. Já para linhas não residenciais e troncos, a franquia muda de 90 pulsos para 360 minutos, consta no site do instituto.
Nesse plano, para cálculo de quanto custaria o minuto, considerou-se que um pulso eqüivale a quatro minutos e, por conta disso, o minuto custará um quarto do que custa o pulso hoje, acrescenta o instituto, sem seu site. Se mantida a proposta como apresentada pela Anatel na consulta pública, quem optar por esse plano permanecerá na mesma situação tarifária de hoje.
A vantagem é que está eliminado o pulso aleatório, acrescenta o Idec. O consumidor que tem plano básico (a grande maioria), para ter o plano alternativo de serviço, deverá entrar em contato com a operadora e manifestar o seu desejo nesse sentido. Caso contrário, o plano básico será convertido para o novo plano básico, alerta o Idec.
• Serviço
Outras informações podem ser obtidas pelo site www.idec.org.br