• Mudanças
O servidor público da Prefeitura de Bauru deve ser preparar para um quadro de modificações, algumas pontuais, para os próximos anos na carreira. A primeira é quantitativa. A resolução das questões relacionadas à previdência vão desafogar a preocupação do Executivo com inativos e dar um fôlego inicial para que o prefeito possa ir, aos poucos, otimizando a máquina com mais velocidade.
• Redução
Isso significa, na prática, interpretar as falas recentes do prefeito Tuga Angerami (sem partido) de que a máquina está inchada. Ou seja, a tendência é que o prefeito promova remanejamentos em áreas, readaptações de funções e não correria para a abertura de vários concursos. Ele quer adequar a máquina a uma lógica de distribuição de servidores diferente da atual. A tendência é que a prefeitura dos próximos anos tenha menos que os 5.000 ativos atuais.
• Mexendo
E entre uma mexida e outra, o funcionalismo já deve ter se dado conta de que eliminar atividades “meio” e concentrar esforços em atividades “fim” significa deixar de prestar alguns serviços, sobretudo os operacionais, diretamente. Foi assim com a cozinha industrial do Caic e será assim em outros segmentos, pelo que indica a administração.
• Benefícios
Outro ponto que o prefeito já mostra que vai rediscutir são alguns benefícios. Na edição de hoje antecipamos que o plano de saúde privado é um desses temas. A concessão de vale-compra a inativos também pode entrar na pauta. Estas são as previsões retiradas do Palácio das Cerejeiras, tendo em vista as últimas reuniões com representantes de segmentos específicos.
• Relatório
O presidente da Câmara Municipal, Paulo Madureira (PP), recebe nesta segunda-feira o relatório técnico que solicitou sobre a situação da área de informática da Casa. Que a Câmara precisa de rede, internet e outros avanços já foi dito. Mas o relatório pretende detalhar como estão os equipamentos atuais, o que falta em se tratando de máquinas (hardware) e programas (software).
• Reunião
A prefeitura, através de seu departamento Jurídico, tentou bater o pé, mas não deu resultado. Uma reunião que discutiu qual é a interpretação do Tribunal de Contas do Estado (TCE) para o gerenciamento de contas e despesas na área de previdência teve como conseqüência o óbvio: a Funprev não pode ser apenas o órgão que assina cheques para as despesas previdenciárias municipais, mas deve ser a instituição que gerencia, planeja, discute, avalia e vistoria os pagamentos dos benefícios. Ou seja, não adianta a prefeitura querer mandar a conta para a Funprev apenas pagar.
• Na tribuna
A primeira sessão ordinária do ano pode até não ter os discursos de 10 minutos de todos os parlamentares inscritos, ou nem todos poderão ter oportunidade de falar. Vai depender dos próprios parlamentares a oportunidade de usar a tribuna livre. É que o Regimento da Casa manda que se indique e vote os membros das comissões permanentes logo no início dos trabalhos. Se eles demorarem para compor os grupos e votar, lá se vai o tempo de duas horas e pouco destinado ao rol de oradores.