09 de julho de 2026
Geral

Famílias das crianças querem esclarecer troca

Da Redação
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Há dois anos o casal Terezinha do Carmo Oliveira e Luiz Alberto Tomé só pensa em uma coisa: esclarecer se a filha que tiveram em 2001, que já teria nascido morta, está mesmo enterrada no Cemitério do Jardim Redentor, em Bauru. Eles e outros dois casais tiveram filhos no dia 21 de outubro de 2001, mesma data que nasceu o bebê de Vera Lúcia Dutra.

Terezinha conta que até onde sabe seu filho nasceu morto. Mas, depois que ficou sabendo do inquérito policial, surgiram dúvidas. “Nós não vimos se a criança era mesmo um menino”, conta. O marido quer esclarecer o caso. “Se os bebês foram trocados, não está certo”, frisa.

Outro casal, Ronaldo Augusto de Matos e sua esposa Ana Paula de Souza, só ficou sabendo que tudo indica que bebês foram trocados há dois meses. “Só tomei conhecimento quando recebi uma intimação para comparecer na delegacia”, conta Ronaldo.

Ele e a esposa dizem que viram o sexo da criança antes dela ser enterrada. “Eu vi que era um menino”, afirma. Preocupado, o casal quer que tudo fique esclarecido. “É uma história muito confusa e queremos saber a verdade”, diz Ronaldo.