Enfermidade alastrante
A banalização é uma doença!O câncer que vagarosamente instalou-se no mundo. Doenças já totalmente controladas matam os que não podem adquirir medicamentos. Essa é a situação incompetente encontrada no país do carnaval.
Políticos passam o tempo preocupados com si próprios e fingem que não vêem: o desmatamento da maior floresta planetária, a biopirataria, a poluição, entre outros problemas sociais.
Visivelmente percebemos a construção de “barracos” dos pachorrentos de colarinho branco em nossas reservas naturais, à beira-mar. Enquanto o pobre, humildemente, ergue sua “mansão” nas encostas dos morros, colorindo as margens das rodovias.
Grande parte dos parlamentares leva ao caos um país que poderia ser referência mundial nos mais diversos setores. Nunca a vida humana custou tão pouco.
Crianças e adolescentes atravessam as estradas para buscar melhores condições de vida nas escolas, ou até mesmo no trabalho. Elas têm um mau exemplo de governantes de sua cidade, que destroem os recursos naturais.
O fato formará pessoas cada vez mais ignorantes, sem oportunidades de emprego, de uma educação, dentre outros fatores.
Deve haver um basta nessa situação! O Brasil corrupto deve a consciência de que a destruição dos descendentes de sua carne só causará muita dor e sofrimento para todos os seres vivos.
A parte favorecida intelectualmente deve se doar ao ensinamento da outra parcela da população. Vão fazer com que eles saibam julgar e reivindicar os direitos desconhecidos.
Larissa de Aguiar Andrade - RG. 46.290.159-6 / estudante do terceiro ano do ensino médio
Obrigado PM, muito obrigado
Fala verdade, minha gente: dá ou não dá um baita de um orgulho seste pessoal da Polícia Militar, hein?
Taí o salvamento deste garoto vítima de envenenamento que não me deixa mentir, entre tantas outras ações desta corporação...Se no Brasil de hoje temos tantas coisas que nos envergonham, a ação que salvou este menimo deve nos encher de orgulho, pois é a prova de que por aqui certas instituições (o Ministério Publico é outra) ainda funcionam para o povo!
Ganham mal quando deveriam ser muito bem remunerados (aliás ,todos os policiais neste rico Estado de São Paulo ganham mal!), arriscam todo dia a própria vida (a Civil também), obedecem a uma disciplina militar rígida e ainda são superfiscalizados interna e externamente!!
É por tudo isto e muito mais que não só olho com respeito e admiração por este pessoal, mas também com genuíno orgulho destes servidores públicos em armas!
Se o “chefe” lá em cima tem “anjos”, aqui em baixo, podem crer , muitos deles usam a farda da PM e vamos todos agradecer por isso!
Um simples ‘muito obrigado’ ou ainda “temos orgulho de vocês”, ainda que eles não estejam de prontidão atrás disto, pois “apenas” cumprem com o seu dever, para este pessoal vale mais que mil medalhas... Então, vamos lá! Ao encontrarem no seu dia-a-dia um destes anjos de carne e osso, simplesmente estique a mão, aperte com força e olhando bem dentro dos olhos dele diga: “Obrigado!Muito obrigado!” Tá com vergonha?...Tudo bem, começo eu: policiais militares de todo o Estado de São Paulo aqui representados em Bauru por seus colegas, obrigado, mas muito obrigado mesmo!!!
Paulo Boccato - São Carlos/SP pofboccato@yahoo.com.br
”Anjos da farda”
Gostaria de parabenizar através desse jornal todos os policiais que participaram dessa operação com o intuito de salvar Alan Vitor Rodrigues da Silva.
Wanderci Corral Fernandes - delegado de Polícia - Londrina PR Wanderci@pado.coom. br
Disciplina nas vagas
Li outro dia desses que os motociclistas estão pedindo mais vagas para o estacionamento de suas motos em nossa cidade.
Uma solicitação até certo ponto justa, pois realmente estamos encontrando dificuldade para estacionar nossos veículos, principalmente na área central.
Porém, é necessário que os motoqueiros respeitem as vagas destinadas aos automóveis, pois se você tiver um carro e estacionar na vaga destinada para as motos, com certeza você será multado. Entretanto, os motoqueiros estacionam em suas vagas exclusivas, nas vagas destinadas aos automóveis e em qualquer outro espaço existente.
José Ramos
“Saia de fininho”
As mazela desse governo são tantas que o sr. prefeito poderia sair de fininho. Caminhões de frota da Emdurb caindo em buracos que a própria prefeitura não conserta, prejudicando a nós, munícipes, pois as coletas de lixo ficam atrasadas e fora as despesas com o conserto desses caminhões. Professores de uma escola do Fortunato Rocha Lima comentaram que tem 21 computadores e 6 ar-condicionados ainda na caixa há mais de um ano e em outras escola máquinas de lavar, roupas de 8 quilos comprados com o dinheiro do Fundef. Me digam, qual a serventia de uma máquina de 8 quilos para uma escola? E para que ar-condicionado?
E no setor de merenda, então? Uma tonelada de carne apodreceu e sem falar na massa de tomate... A escola não precisa desses produtos para melhorar sua qualidade de ensino. Ela precisa sim de professores melhor remunerados e uma merenda de qualidade e não quantidade de estoque.
Se o governo federal repassa verba para esse fim, por que então não usá-la como se deve? Invistam no salário do professor, pois assim ele não ficará esperando abono.
O presidente da câmara foi visitar o estádio Edmundo Coube e o prefeito acompanhou. Que interesse foi esse? Será que “ele” faz visitas aos bairros? Acho que não! Pois o bairro onde moro (Cidade Jardim) está entregue aos buracos, matos, caramujos africanos, mosquitos da dengue e sabe-se lá a quantas mazelas mais. Sr. prefeito, saia do seu habitat natural (gabinete) e percorra nossa cidade que precisa de socorro “urgente”.
Pelo que percebo, nossa cidade não parece ser a sua! O governo do seu antecessor era chamado de tartaruga, e o seu é de “cágado”. Ah, ia me esquecendo: e a Sear, que bagunça... grana para todo lado!
Essa é a nossa querida Bauru, onde vivemos, sem comando. Como um barco a deriva.
Antonio de Pádua dos Santos - RG 11.226.196
Vergonha ou desinformação?
Não é prática da Secretaria Municipal de Cultura enviar respostas a missivistas que participam da Coluna do Leitor, espaço sabidamente democrático que o Jornal da Cidade oferece aos cidadãos bauruenses. Porém, a carta da estudante Wanessa Ferrari (Espetáculo x vergonha, publicada em 31/01/2007), neste conceituado jornal, requer alguns esclarecimentos de nossa parte, porque seus argumentos partem de pressupostos inverídicos.
De fato, no domingo dia 28/01/2007, durante a apresentação da peça “Um Grito Parado no Ar”, que encerrava a VI Mostra de Teatro Paulo Neves, a cidade de Bauru foi acometida por um temporal que provocou a queda de energia em vários pontos da cidade, como Zoológico, Paço Municipal e Centro Cultural. Por esse motivo a apresentação teatral teve que transcorrer, em sua maior parte, com iluminação de emergência (e não à luz de velas).
Porém, quanto à reclamação da estudante/atriz sobre a inexistência de um gerador de energia no prédio do Centro Cultural, vale informar que, infelizmente, o pleito será impossível de ser atendido. Pelas próprias características do fazer teatral, a instalação de geradores em teatros não é aconselhável. A diversidade das montagens teatrais e suas necessidades de carga elétrica são muito variáveis, impossibilitando a definição do padrão do gerador a ser instalado, tornando a sua operação ineficaz.
Assim, teatros como o Sérgio Cardoso (um dos maiores e disputados da capital), Teatro São Pedro (há pouco tempo totalmente restaurado e reformado, também na capital) e Teatro Estadual de Araras “Maestro Francisco Paulo Russo” (projeto do arquiteto Oscar Niemeyer), também não possuem geradores. Nestes teatros (como no de Bauru), quando falta a grande inovação do teatro moderno (luz elétrica), Atores e público geralmente são compreensivos quanto à ação da natureza.
Mas, para atender a reclamação da atriz/estudante, fizemos uma pesquisa de preço, para dimensionarmos um gerador que suprisse as necessidades do Teatro Municipal e chegamos à conclusão que, para tanto, seriam necessários “módicos” R$ 250.000,00 (duzentos e cinqüenta mil reais). Achamos exagerado para prevenir (sem garantias de sucesso) um fato que nos últimos anos, para ser mais preciso, seis anos, desde a inauguração do Teatro, aconteceu apenas duas vezes.
Bom, superada a questão do gerador ineficaz, passemos a outros pontos levantados pela estudante/atriz:
- A dificuldade em se conseguir pauta no Teatro Municipal ocorre, principalmente, em razão do grande número de solicitações. Porém, procuramos atender a maioria dos pedidos. Foi assim em 2006, quando as apresentações de grupos da cidade (teatro, dança, palestras, shows musicais) ocuparam 128 dias da pauta do teatro;
- além dos artistas da cidade, se apresentaram no Teatro Municipal , nomes de reconhecimentos nacional como: Francis Hime, Antonio Abujamra, Paulo Autran, Suzana Vieira, Grupo de Teatro União e Olho Vivo (o mais antigo da América Latina), Murilo Benício, Mariza Orth, Elisabeth Savala, Paulo Betti, etc. Todos teceram elogios às condições técnicas (acústica, arquitetura, etc.) de nosso teatro, à equipe de funcionários da Secretaria e também aos produtores locais (por sinal, de extrema competência).
A satisfação é latente, comprovada pela grande procura de artistas pela pauta no Teatro Municipal de Bauru em 2007. Um exemplo é a grande quantidade de Grupos de Teatro, Dança e Música contemplados pelo P.A.C (Programa de Ação Cultural) da Secretaria de Estado da Cultura, que escolheram Bauru para suas turnês, com cachês, transporte e estada pagos pelo Estado de São Paulo. Outro fator relevante é a receptividade do público bauruense às atividades ocorridas no Teatro Municipal.
Estamos procurando aperfeiçoar a ocupação de um espaço público, o esperado Teatro Municipal de Bauru, de forma a atender todos os segmentos sociais e culturais da cidade. E informamos que para 2007, já estamos agendando grupos e artistas como: Francisco Cuoco, Grupo Pia Fraus, Nicete Bruno e Paulo Goulart, Dora Girelli, Regina Galdino, República Cênica, Irene Ravache, Lucinha Lins e Octávio Augusto, Márcio Pimentel, Fulvio Estefanini, Mané Silveira e banda, Projeto Escola Vai ao Teatro, grupos de dança da cidade e região e, sinceramente, minha cara Wanessa Ferrari, esperamos poder contar com sua presença no Teatro Municipal de Bauru, na próxima mostra teatral do nosso querido Paulo Neves (com pauta já solicitada para dezembro), se possível, com a colaboração de São Pedro.
PS - Está previsto para 2007 a informatização da bilheteria e melhorias nos banheiros e camarins.
José Augusto Ribeiro Vinagre - secretário Municipal de Cultura - Sivaldo Camargo - diretor do Depto de Ação Cultural
“Questionamento ou heresia?”
Sobre a manifestação do leitor Pablo Herrera Neves, “Questionamento ou heresia”, em 06/02/07, a respeito da entrevista com o Padre Beto, me senti impelida a também manifestar-me. Não contra, mas a favor daquele Ser Iluminado, que desde que chegou a Bauru só vem espalhando o Bem; a Cultura; a Paz; a Solidariedade em sua missão sacerdotal por esta cidade.
Pablo deve ser ainda bem jovem, a perceber pelo número de seu RG, por isso não vou chamá- lo “senhor”, haja vista nossa grande diferença de idade! (certamente!).
Que bom que a democracia permite o livre expressar- se. Mas discordo democraticamente de Pablo, pois conheço pessoalmente o Padre Beto, sua família e também já li por duas vezes (para refletir melhor), seu excelente livro: “Sem Medo de Voar”.
Provavelmente o Pablo ainda não teve acesso à tão humana e reflexiva leitura, pois se o tivesse feito, mesmo não concordando ou não compreendendo o pensamento do sacerdote entrevistado, teria sido mais brando ao expressar- se, evitando frases ou palavras pesadas e injustas, como: “prazer mórbido em tripudiar”..., “malfadada entrevista”..., “onde enfiar tanta “gnosis” intelectual filosófica”..., dentre outras.
Pablo escreve bem! E também sabe “adornar” as palavras. Pareceu- me ter alguma humildade quando admite sua ignorância como leigo e sem nenhum preparo religioso específico (Nisto estamos no mesmo barco!)
Mas fica uma sugestão ao Pablo: leia o livro do Padre Beto – se ainda não o fez. Procure também conhecer mais de perto tão nobre criatura.
Citarei apenas um pensamento do Beto, no capítulo: “Transfigurar- se: a nítida superação do convencional” – O ser humano pode transfigurar- se, transformar- se, viver em metamorfose, porque ele nasceu para viver um relacionamento de amor, com o Ser transcendente que chamamos de Deus. Aqui está a profunda essência da Fé: ter a coragem de viver aberto para o novo, perder o medo de ser definido no momento sem a presunção ilusória de ser definitivo para a eternidade . Assim, a meu ver, isto não “extirpa resquícios de fé”... e sim, a faz mais forte, para àqueles que realmente a abraçam. Mas é preciso crescer, amadurecer, recorrer ao nosso poder de raciocínio, para que nossas percepções tenham assertivas da verdadeira natureza do indivíduo, e não apenas julgar pelas nossas próprias projeções mentais.
Gostaria de encerrar com a lição do Dalai Lama, o sábio monge tibetano, em seu livro a Arte da Felicidade.
Quando falamos em ter em nossa vida uma dimensão espiritual, já identificamos nossas crenças religiosas como um nível de espiritualidade. Agora, com relação à religião, se acreditarmos em qualquer religião, isso é bom. Porém, mesmo sem uma crença religiosa, ainda podemos nos arranjar. Em alguns casos, podemos nos sair ainda melhor. Mas esse é o nosso próprio direito individual. Se quisermos acreditar, ótimo! Se não quisermos tudo bem. É que existe um outro nível de espiritualidade. É o que chamamos de espiritualidade básica – qualidades humanas fundamentais de Bondade; Benevolência; Compaixão; Interesse pelo outro. Quer sejamos crentes, quer não sejamos, esse tipo de espiritualidade é essencial para o melhor relacionamento entre os humanos. - Um abraço, Pablo! - Um abraço, Padre Beto!
Carmen Lígia Forastieri Quaggio. Professora
Obrigado, Bauru!
Se a VI Mostra de Teatro Paulo Neves foi boa, é devido ao apoio do público, pois sem ele não tem espetáculo.
Se a VI Mostra de Teatro Paulo Neves assumiu uma proporção maior, 10 peças, é sinal que os alunos corresponderam à altura. A eles os meus agradecimentos e a eles os parabéns, foram ótimos. Grandes revelações para este ano.
Se a VI Mostra de Teatro Paulo Neves valeu no sentido de investimento, o motivo é simples: meu ex-aluno Ércio, da Residem; o grande e velho amigo Paulinho, da MPL; o Emerson, que me acompanha em todas, do McDonald’s; a Karen, da Sofia Olbrich; meu amigo particular Ricardo Coube, da Tiliform, amigo de todas as horas como o Caio Coube, da Chica Brasil, que ajuda! Móveis Santa Maria e Jabu Engenharia Eletrônica, parceiros novos, muito obrigado.
O grande Chris, da Régia Assessoria Contábil (ainda vamos fazer um trabalho juntos); a Ecoart tecnologia e projetos de madeira; Gersinho Trevisani, do grupo Preve, mais uma vez nos ajudando em tudo e o meu ex-aluno Luís Henrique, da VCI do Brasil, alunos que jamais esquecemos e depois de anos eles vêm ajudar o Mestre. Essas são as coisas brilhantes da vida.
Se a VI Mostra de Teatro foi importante para a cidade, tudo isso graças ao amigo-irmão-companheiro-pai João Jabbour e Renato Zaiden, que sempre nos apoiou em tudo. Sem eles naturalmente não conseguiríamos fazer nada! Meus agradecimentos também a José Vicentim, Luís Carlos Silvestre, Pedro Norberto, Eduardo Nasralla, TV Preve, TV USC, TV Record e mais uma vez o meu amigo Denilson, da TV Tem.
Se a VI Mostra de Teatro Paulo Neves deu certo é porque tenho um grande iluminador comigo, André Bazan, dono de uma sensibilidade extraordinária.
Se a VI Mostra de Teatro Paulo Neves foi bem organizada, é porque tenho dois filhos competentes, trabalhadores, sérios e éticos: Talita Neves e Thiago Neves.
Se a VI Mostra de Teatro Paulo Neves deu certo é que na minha equipe possuo profissionais de gabarito como os diretores: Marco Giaferi, André Zambello e Talita Neves (vai longe como diretora) e professores competentes como: Perla Martins, Merene Lobato, Léo Vitor, Mestre Baianinho, Ana Karina, Maria Lucia, Talita Neves, André Zambelo e Marco Giaferi.
Se a VI Mostra de Teatro Paulo Neves deu certo é porque a Secretaria de Cultura nos deu condições para isso, o secretário Vinagre, que faz um trabalho sério na cidade e precisa ser ressaltado, o Sivaldo, a Cássia, Silvio, Orlando, a Zilda, Ariene, Jacqueline, afinal, uma equipe, a eles meu muito obrigado.
Muito obrigado, amigos, afinal, a vida não está aí apenas para ser suportada ou vivida, mas elaborada. Fazemos a nossa arte com prazer, dedicação, ética e respeito pelo próximo. Procuramos entregar à cidade sempre o melhor. Reprogramamos a cada ano o nosso Curso Livre para melhorar sempre. Não é preciso realizar nada de espetacular, mas com amor, seriedade e ética. Sabemos que esse mínimo será o máximo que a gente conseguiu fazer. Obrigado!
Paulo Neves - diretor de teatro
Os donos da verdade
Dias atrás, uma certa pessoa que trabalha em uma das rádios de Bauru, no plantão do meio-dia, que diz não ter medo de falar a verdade, falou que 99% dos vigias do município de Bauru dormem. Será que ele fala só a verdade? Quase a metade dos vigias trabalha no período diurno e existe em média de 300, e aí? Será que ainda dormem 99%? Para essa pessoa falar, é preciso que ela percorra à noite todos os postos para ver se o que falou é verdade. Falar é muito fácil, o problema é confirmar os fatos.
A outra pessoa que é vereador se achou no direito de falar que os vigias são medrosos e não deveriam nem ter prestado concurso para a função. Ele precisa percorrer o município para ver o que a comunidade em geral de Bauru precisa, já que na teoria vereador é representante do povo na Câmara. Político gosta de falar, mas é preciso constatar os fatos. Vai ver se o vigia trabalha em local digno, se há equipamento de trabalho, se há telefone que muitas vezes fica trancado na sala da direção dos setores.
Quem falou essas coisas ganha muito bem e não enfrentaria um revólver.
Maurício de Andrade - RG 18.221.341
O óbvio ululante!
Brasil, país no qual a política vai cada vez mais longe, e a corrupção não tem limites, reeleger o nosso atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com toda certeza pode ser considerado um grande erro. Isto pode nos trazer algo de bom? Além de agradar uma grande parte do Nordeste, região cujas facilidades são ainda maiores.
O povo se alimentando com a famosa “bolsa escola”, “Bolsa Família” e entre outros modos de o governo ajudar a grande população pobre e miserável do nosso grande Brasil.
O grande presidente se autodenomina “do povo”, mas só pensa na grande população de classe baixa, como se a classe média, classe média alta e até mesmo alta não tivessem lá seus problemas.
Todo dinheiro gasto por nós vai para onde? Nordeste? Para a grande população autodenominada pobre e faz seus filhos irem à escola, não com um ideal de ser alguém e sim de receber aquela ajuda do governo todo final de mês.
E este dinheiro o qual a população ganha com esses medíocres programas do nosso grande governo vai parar aonde? Vai para aquele homem pai de três filhos que assim recebeu seu tão esperado dinheiro; aquele conquistado pela população a trabalhar o ano inteiro para poder pagar suas contas; está agora na mão daquele homem que enquanto, trabalhamos recebe do nosso “laborioso” governo liderado por nosso notário e paquidérmico presidente.
Mas, afinal, o dinheiro está em qual habitat? Está no bar naquele fim de tarde em um final de semana pagando aquela cerveja e sendo usado para comprar o ingresso do jogo do Grêmio.
Grande Lula, grande país, com uma massa dedicada, acreditando que um simples voto para o homem “trabalhador” irá mudar uma geração. Pura balela!
Ter um grande Lula portador de um descenso reacionário, panfletário, tendencioso, ao contrário do que muitos pensam, não faz um grande Brasil crescer.
Fernanda Saggioro Susach - RG: 37.650.813-9 / estudante
Respeitando o que é nosso
Acho que o sr. acadêmico de Direito Luiz Alfredo deve ser mais um daqueles que jamais vão olhar para os erros que foram e são cometidos por aqueles que se travestem de santos, e mesmo na sombra do poder continuam a assaltar os cofres públicos em nome da cultura, da modernidade etc....
Quando o sr. fala do dinheiro doado ao ex-presidente, aliás muito bem lembrado pelo não conhecido, o que é um a pena, sr. Aluisio Pinelli, devemos lembrar que a Sabesp, é empresa pública, que no Estado de São Paulo cobra as mais altas taxas de consumo.
Por que não foi privatizada, assim como as nossa ferrovias, as nossa estradas, o Banespa, e mais centenas de empresas brasileiras?
É evidente que algumas vão dar certo, a maioria não, pelo que temos visto, porém, quem sabe vendendo a Petrobras, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal, o nosso tão saudoso FHC possa erguer um museu da história de nossso país, sugiro LATINHA. Vou desenhar: Latinha escola, latinha faculdade etc e agora temos apenas acadêmicos de direito, que adoram escrever de forma rebuscada e arrogante.
Estuda, meu amigo, ou arrume um emprego no IFHC. Parabéns, sr. Pinelli, conte comigo, nasci brasileiro, e aprendi a respeitar e conservar o que é nosso, independente de partido político.
Antonio Márcio Vieira dos Santos - RG. 3.289.490
Manifesto da Associação de Engenheiros Agrônomos do Estado de São Paulo - AEASP
A Associação de Engenheiros Agrônomos do Estado de São Paulo - AEASP, como entidade defensora dos interesses da agricultura, dos profissionais e produtores rurais, vem expressar seu apoio pela manutenção da Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento de Bauru, em vista do reconhecimento público, local e regional, dos excelentes serviços prestados por tal secretaria municipal e ainda, por relevar que a importância de tal órgão municipal deve estar bem compreendida pelo Poder Executivo local, uma vez que atende aos anseios da população, em especial da comunidade rural e de todas as organizações locais do setor agropecuário.
A importância da agricultura para nosso país é notória e reconhecida internacionalmente, como peso substancial para o desenvolvimento e sustentáculo nos superávits na balança comercial e no fornecimento de matérias primas e gêneros alimentícios para a indústria e consumo.
Para tal posição, a sensibilidade e competência dos poderes públicos municipais, estaduais e federais, somente receberão a credibilidade e reconhecimento da população, quando atenção é dada, mantida e apoiada, a todas as instituições que desempenham atividades para o fortalecimento de nossa agricultura e da população rural.
Engenheiro agrônomo Arlei Arnaldo Madeira - presidente