Desde 1993, Praia Grande mudou a imagem de “terra de farofeiros” e de “cidade sem planejamento e sem leis”. Tudo por conta de uma revolução administrativa, incluindo mudança na legislação que disciplinou o turismo de um dia, exigindo destino certo dos ônibus de excursão.
A urbanização da orla também foi positiva, com a substituição das antigas barracas de madeira que comercializavam petiscos na areia e davam à cidade aparência de uma grande favela à beira-mar por quiosques padronizados. “Junto com os quiosques vieram calçadões, coqueiros, ciclovias, limpeza rotineira da areia e uma fiscalização para a manutenção de suas áreas verdes”, enfoca Alberto Mourão, prefeito da cidade.