Há exatamente um ano, Celso Odair Zinsly desapareceu. A tarde de 25 de fevereiro de 2006 jamais será esquecida pelos alvirrubros, porque além da derrota de 3 a 1 para o Palmeiras, em Bauru, Zinsly, que era o superitendente do Noroeste, morreu aos 50 anos de idade.
Zinsly começou a passar mal pouco antes das 15h30, e depois dos primeiros atendimentos no estádio, foi levado para o Hospital Prontocor, onde deu entrada às 15h45, já apresentando um quadro de parada cardíaca. Acabou falecendo às 16h15, vítima de um infarto fulminante do miocárdio.
Sempre recebendo forte apoio do presidente Damião Garcia, o maior benemérito do Noroeste em todos os tempos, Celso Zinsly foi um dos dirigentes mais inteligentes e talentosos da história do clube.
Nesse grande sucesso que o Noroeste vem fazendo, muito se deve a Celso Zinsly, dentro e fora do campo. Além das reformas e melhorias no estádio, planejadas por Zinsly, o então superitendente, ajudou o Norusca a conquistar dois acessos seguidos: da Série A3 para a Série A2 em 2004 e da A2 para a Série A1 em 2005, mais o título da Copa FPF.
O último jogo que ele viu em seus 50 anos de vida, foi a derrota de 4 a 1 para o 15 de Campo Bom, dia 22 de fevereiro de 2006, pela Copa do Brasil. Hoje às 9h, na Igreja Santa Terezinha, será celebrada missa do primeiro ano de falecimento de Celso Zinsly.