A exemplo da ala feminina, entre as equipes masculinas Brotas também garantiu a medalha de ouro na competição. A Bozo d’água conquistou o primeiro lugar, consagrando-se, assim como a Hydra, tetracampeã do evento. A vaga para o Mundial da Coréia do Sul, no meio do ano, também foi assegurada.
“A união de todos nós, somada ao objetivo de vencer, resultaram nessa vitória. Há um mês estamos concentrados e treinando muito. Agora, vamos aumentar o ritmo da preparação para voltarmos campeões, também da Coréia”, comenta Lucas Paulino da Silva, líder da equipe.
De acordo com ele, a Bozo d’água foi campeã do Brasileiro em Nova Roma (RS), em 2003, no Rio de Janeiro, em 2004, e em Juquitiba, no ano passado.
Em 2003, quando disputou seu primeiro Mundial, na República Tcheca, obteve medalha de ouro numa das provas disputadas e terminou no terceiro lugar na classificação geral. No ano seguinte, no Mundialito de Rafting do Equador, o grupo trouxe um bronze e a quarta colocação no geral. Em 2006 veio o melhor desempenho internacional. A equipe sagrou-se campeã do Campeonato Pan-Americano, realizado na Costa Rica. Em três provas, três ouros foram assegurados.
“Nosso objetivo, a partir de agora, é o Mundial da Coréia. Mas antes, temos de correr atrás de patrocínio, o que não é fácil”, ressalta Silva.
De acordo com o secretário de Turismo de Brotas, Rubens Veríssimo Filho, a prefeitura do município deverá oferecer apoio financeiro às equipes. “Ainda não sei o quanto poderemos contribuir, mas não vamos deixar de ajudar. Em 2003, quando a equipe masculina disputou o Mundial na República Tcheca, a prefeitura contribuiu com R$ 13 mil”, diz o secretário. A Bozo d’água foi formada por Fábio Lourenção, Rafael Ribeiro da Cruz, Paulo Bertado, Antônio Salvati, Samuel Barbosa, Eduardo Furquin e César Rodrigues.