08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Assenag e a saga da Sagra


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A Assenag tem sentido a existência de forças “ocultas” impossibilitando com que possa, em reuniões especifica ou genéricas, expor sua posição quanto à existência ou não da Sagra. É motivo de discussão em reuniões de sua diretoria executiva o assunto em tela, portanto, necessário é que seja ouvida, pois tem postura ética, política e responsabilidade junto à sociedade. Neste mister, volta-se a cobrar daqueles que foram eleitos pelo voto popular uma política transparente na sua amplitude, mas também voltada ao agronegócio e para tal necessário é que se defina exatamente o perfil do município, com suas peculiaridades e vocação.

O mundo está voltado para o ciclo do biodiesel, nossa região tem aptidão, dada a sua topografia e especificidade do solo, para a citricultura, cana de açúcar, pecuária intensiva e extensiva, horticultura, etc. É dado ao homem público a condição exclusiva de solucionar problemas sociais, e este está no contexto dessa responsabilidade. Mas é sabido que Bauru tem deixado a desejar por falta de decisões políticas há muitos anos. Não se pode querer soluções a toque de caixa. A Assenag sugere às instituições voltadas à política agropecuária de Bauru que juntas possam encaminhar propostas de solução no atacado, possivelmente até regionalizando ou ampliando a discussão em âmbito maior. É preciso criar mecanismos onde o homem do campo seja absorvido, valorizando-o, estimulando-o através de políticas de fixação no campo, etc. A Assenag não pontua esta ou aquela pessoa como solução para a Sagra, mas cobra dos eleitos e das instituições postura política, com a devida seriedade merecida pelo produtor rural.

Assenag-Bauru