08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Não dá para entender


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Ultimamente, é comum os cientistas falarem em milhões de anos e uma mensagem que não convence é a de que um casal foi descoberto após ser enterrado entre 5 e 6 milhões de anos.

Acredita-se que não seja possível existir ossos por mais de 5 milhões de anos, coisa que só poderia acontecer por milagre, quando não existia cimento e tijolos e os mortos eram enterrados na terra comum.

Aos cientistas, sugiro que façam uma análise de quantos habitantes havia no mundo no nascimento de Cristo, e quantos existem atualmente para uma melhor análise e notar se a 6 milhões de anos eram enterrados na terra ou em catacumbas, sabendo-se que naquele tempo nem existiam túmulos para conservação dos cadáveres.

Estive na Egito e fui ver e admirar as famosas pirâmides onde eram sepultados os imperadores em túmulos de pedras para que seus corpos não fossem destruídos. Seria ideal que se fizesse uma observação e notar se os corpos ali guardados existem intactos como vi ali a primeira múmia embalsamada.

Em 1995, dancei uma lambada em cima do Rio Nilo e, no entanto, quando eu era jovem não existiam nem veículos e muito menos aviões, servindo de base para se saber que milhões de anos não dá para se fazer qualquer análise por mais sábios que sejam os cientistas atuais.

Carlos Sandrin - advogado