Após um período de calmaria, a saúde voltou a ser alvo de queixas. Por duas noite seguidas, usuários do Pronto-Socorro Central (PSC) e Pronto-Atendimento Infantil (PAI) procuraram a reportagem para reclamar da demora no atendimento. Ontem, moradores da Vila São Paulo participaram de um protesto contra as modificações ocorridas no bairro com a implementação do Programa Saúde da Família (PSF).
Com caixas de som potentes, cobraram mais médicos, agilidade nos atendimentos e encaminhamentos e retorno do modelo de atendimento anterior à implantação do PSF. “Queremos o retorno ao modelo antigo. Não está funcionando melhor”, desabafa Marina de Oliveira Campos.
Mas segundo o titular pela Secretaria Municipal de Saúde, Mário Ramos, desde a instalação do PSF, os atendimentos aumentaram na unidade. Além disso, ela passou a ficar com as portas abertas até as 19h. De acordo com ele, também não procede a informação de que faltam médicos. O protesto, porém, apontou outro problema: a recusa de atendimento a pacientes provenientes de outros bairros.