08 de julho de 2026
Turismo

Alambiques e o café de Cristina

Eliane Barbosa
| Tempo de leitura: 1 min

Por onde quer que se ande em Minas Gerais, encontram-se alambiques. O circuito da cachaça pode começar por Belo Horizonte – procure o escritório de turismo de lá para se informar – ou por qualquer outro canto dessa terra de encantos.

Por Coronel Xavier Chaves, por exemplo, distante apenas 20 km de São João del Rey, onde funciona o Engenho Boa Vista (32 – 3357-1238), um alambique do século 18 tocado por Rubinho, descendente direto de Tiradentes.

Lugar especial para boas fotos, incluindo da roda d’água, usada para moer a cana, e dos tonéis, usados para o envelhecimento da “branquinha” (a diferença da cachaça e da pinga reside no fato de a primeira ser destilada da borra do açúcar e da pinga ser destilada do caldo de cana).

Em outra região mineira, essa já bem próxima ao Circuito das Águas (as estâncias hidrominerais de Caxambu e São Lourenço), fica a graciosa e pequena Cristina, cujo nome, como Marília, em São Paulo, serviu para batizar muitas meninas filhas de gente de lá.

Essa pacata cidade do Sul de Minas está famosa mundialmente por conta da produção de um café especial, o premium. Segundo Rusty Marcellini, escritor, cineasta e fotógrafo, autor de “Caminhos do Sabor – Estrada Real”, “apesar de ser mais caro que o café comum, sua demanda tem aumentado consideravelmente”.

O Café Cristina Colina da Pedra pode ser comprado e degustado na Pousada Casarão dos Noronha Kauage (www.pousadakauage.com.br, telefone 35 – 3281-1205).