Ao passar pelo Muro das Lamentações, em Jerusalém, onde Cristo foi condenado à morte e a passar pela rua onde foi açoitado por não poder carregar a pesada cruz em rua tipo Vila Quággio, e após crucificado, fiquei imaginando como um ser humano poderia matar publicamente o filho de Deus.
Atualmente, no entanto, a situação é muito pior. Jovens arrastando criança pela rua, jogando outra pela janela do carro roubado, matando crianças com balas perdidas, dando coronhada em vítimas roubadas, atirando pelo prazer de usar uma arma, mães jogando bebês no lixo, jovens matando os pais e vice- versa, numa demonstração que o futuro será insuportável, não dando para entender que esses que desrespeitam os princípios de cada um ao matar ou roubar a seguir são presos ou mortos.
Seria ideal que a educação imitasse o passado quando se recebia aulas de princípios religiosos com base nos dez mandamentos, tendo como princípio amar a Deus sobre todas as coisas, não matar e não pecar contra a castidade, e não roubar.
Só com esses princípios poderemos chegar a um futuro sem desrespeitos, sem a morte de inocentes, sem corrupção e nos levar a Deus, princípios que começam na família, aumentam nas escolas e beneficiam a humanidade em geral.
Carlos Sandrin - advogado