A propósito do pronunciamento (ou despronunciamento?) do Caio Coube, eu quero dizer que o entendo muito bem, pois, guardadas as devidas proporções, passei pelos mesmos dissabores, na única vez em minha vida em que fui candidata a vereadora.
Agora analisando os que ele aponta como possíveis e prováveis candidatos, penso que é hora de procurar motivos válidos para aquele que se quiser eleger e para quê. No caso do Caio havia a tradição da família Coube, que ao longo dos anos e mais ainda no passado muito fez por Bauru. Berço, raça, ética e trabalho estariam garantidos.
Dos candidatos que ora se apresentam, bem poucos terão uma folha de serviços prestados à comunidade de alguma relevância; sei daqueles que conseguiram enriquecer trabalhando, mas em benefício próprio e outros ainda que enriqueceram e que conseguiram criar imagem de sobriedade e ética, não só para si como também para a numerosa família.
E para Bauru, fizeram o quê? Vamos procurar quem tenha obras.
Há gente cultivando imagem de bom mocismo, de benemérito, de financista, de solidário, de trabalhador, mas por mais que procure entre esses que aí são citados, não encontro o que possa ser considerado serviço ou algo que se considere como benefício para a comunidade, para Bauru e/ou para os bauruenses.
Estou firmemente decidida a levar em consideração candidato que tenha obra e não só palavras e concito a todos os bauruenses para que o façam. É verdade que a palavra é importante, de um modo geral, mas quando se trata de palavras de políticos, eu prefiro mesmo levar em consideração as obras.
Isolina Bresolin Vianna - RG 3.027.947