08 de julho de 2026
Regional

Assassino de cabeleireiro é preso

Davi Venturino
| Tempo de leitura: 2 min

Dois Córregos - A Polícia de Dois Córregos (73 quilômetros de Bauru) prendeu anteontem o acusado de ser o assassino do cabelereiro Élio Donizete Grégio, 51 anos. A prisão de Márcio Quinãn, 21 anos, ocorreu na região central da cidade de São Paulo.

Investigações que vinham sendo realizadas pela Polícia Civil de Dois Córregos revelaram que Quinãn estaria na Capital. No último domingo, os policiais descobriram seu paradeiro.

Antes de morrer, na madrugada do último dia 11, em virtude de um corte profundo no pescoço, o dono de um salão de beleza em Dois Córregos chegou a ligar para uma amiga e passou o nome do seu algoz. Desde então, a polícia da cidade estava à procura de Quiñan, morador do distrito de Guarapuã.

Sabendo que Quinãn se utilizava de um orelhão público localizado no bairro da Luz, região central de São Paulo, os policiais chegaram ao local por volta das 7h de anteontem.

Perto das 11h do mesmo dia, os policiais chegaram até uma serralheria, localizada na rua Doutor Pedro Arbues, no mesmo bairro, onde acabaram prendendo o acusado. Ele estava trabalhando como soldador no local desde a última sexta-feira.

Antes de realizarem a prisão de Quinãn, os policiais de Dois Córregos avisaram a Delegacia de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP) de São Paulo, que colocou um policial à disposição para ajudá-los na captura. Quinãn teria confessado que o crime havia sido planejado com antecedência. O objetivo, segundo ele, era conseguir uma quantia considerável em dinheiro com a venda do veículo roubado de Grégio.

O dinheiro da venda do veículo, segundo declarou à polícia, seria dividida com um amigo que o teria ajudado a planejar o crime. Quinãn disse ainda que não imaginava que o cabelereiro conseguiria chamar a polícia depois de ser esfaqueado por ele. Este detalhe teria atrapalhado o seu plano, pois, segundo relatou à polícia, teria encontrado dificuldades em conseguir “repassar” o veículo roubado.

Somente hoje a polícia deverá saber quais responsabilidades serão imputadas a cada uma das pessoas ligadas indiretamente com o crime. Mas já adianta que somente Quinãn esteve na residência de Grégio no dia do crime e que, portanto, seria o único autor direto do latrocínio.