09 de julho de 2026
Esportes

Vôlei: Torneio tem equilíbrio e novos nomes

Folhapress
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São Paulo - A Superliga deu largada com times enfraquecidos, porém chegou à reta final com uma das disputas mais aguerridas dos últimos anos. O fenômeno foi fruto do êxodo para o Exterior. Pela primeira vez o torneio sentiu o efeito da emigração que já assola a disputa masculina. Os nomes de Seleção saem, o segundo escalão, também.

O Rio de Janeiro, que disputa a final hoje, perdeu quatro atletas. O Osasco, seu rival, mudou 11 peças. A saída das jogadoras de ponta, no entanto, abriu espaço para calouras. E para equipes mais parelhas. Um exemplo: o Osasco, vice-líder na primeira fase, perdeu um jogo do Brasília, o sétimo, nas quartas-de-final. Depois, gastou quatro jogos para despachar o Minas.

As levantadoras novatas também tiveram chance de se firmar. A posição é a mais carente do País e, há cerca de 17 anos, é praticamente dividida apenas entre Fernanda Venturini e Fofão. Danielle Lins encarou o desafio de substituir Fernanda e manteve o time na liderança da Superliga.

Nos momentos difíceis, teve Camila Adão como ótima substituta. Fabíola, 24 anos, do Brasília, mostrou ótima forma após a maternidade. Ana Cristina, 24 anos, do São Caetano, impôs velocidade impressionante à equipe. O mesmo fez Ana Tiemi, 19 anos, do Minas.