Fui assistir à Beatriz Pereira, “Cantos Peregrinos”, no Centro Cultural, e saí do espetáculo-show-recital, seja lá o que for embevecido, pois a Bea cantou a vida, as coisas simples, a paz, tranqüilidade, sem se preocupar com o “glamour” ou coisa parecida. Brilhante a maneira como canta a vida! “Tem gente que vive sem nunca estrear”, ela está sempre estreiando... para a vida! Para ela viver é mais importante que ser feliz. Bea sabe que a felicidade de verdade é sentir a vida pulsar dentro de nós. Ela canta...
Para ela não importa ser aplaudida ou vaiada, ela faz as coisas que acredita, daí “Cantos Peregrinos”, ser um hino à vida... vale a pena a vida, a gente vale a pena! Obrigado, Manu, por proporcionar aos bauruenses um tempo de paz, reflexão e de... vida! Na palma da mão está escrito tudo... é só lembrar! Obrigado, Bea, afinal, dançar a música da vida como se seu corpo e sua alma fossem instrumentos dessa vida. Valeu!
Paulo Neves - diretor de teatro