Congresso Brasileiro de Periodontia 1
A relação entre as doenças periodontais e o funcionamento do corpo; os avanços clínicos e tecnológicos que garantem funcionalidade e estética perfeitas aos implantes dentários; o uso do laser no tratamento de afecções bucais; e a eficácia dos antibióticos no tratamento da doença periodontal são alguns dos temas abordados do 22.º Congresso Brasileiro de Periodontologia, realizado de 25 a 28 de abril, no Rio de Janeiro, pela Sociedade Brasileira de Periodontologia (Sobrape). Ricardo Fischer, presidente do congresso, explica que o objetivo do evento é colocar a ciência a serviço de periodontistas e implantodontistas, ampliando a conscientização de profissionais e autoridades públicas de saúde para a necessidade de adoção de uma política baseada na prevenção e no combate à doença periodontal.
Congresso Brasileiro de Periodontia 2
Serão 12 simpósios, cursos e fóruns reunindo os maiores especialistas em suas áreas durante o 22º Congresso Brasileiro de Periodontia. A expectativa é de que mais de 2.000 profissionais conheçam os principais trabalhos científicos e apliquem esses conhecimentos em seu dia-a-dia. Já estão confirmadas as participações de autoridades internacionais como Bjorn Klinge (Suécia) Anders Gustafsson (Suécia) e Jasin Albandar (EUA) e nacionais, como Carlos Marcelo Figueredo (Professor Adjunto de Periodontia da UERJ) e Mario Groisman (Mestre em Ciências Dentais pela Universidade de Lund, na Suécia). O Brasil possui 200 mil graduados em odontologia e, a cada ano, ganha cerca de 15 mil novos cirurgiões dentistas, segundo o Conselho Federal de Odontologia (CFO). Inscrições antecipadas no site www.periodonto2007.com.br ou pelo telefone (21) 2435-4689.
Raiva na América Latina
O Estado de São Paulo será referência para os programas de controle da raiva de todos os países da América do Sul. Termo de cooperação técnica foi assinado entre a Secretaria de Estado da Saúde e a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), por intermédio do Centro Pan-Americano de Febre Aftosa (Opas/Panaftosa), para a realização de exames sorológicos e análise de amostras pelo Instituto Pasteur, órgão da Secretaria. De acordo com o convênio, o Pasteur será responsável pelos estudos de caracterização de amostras positivas para raiva humana e animal desses países, o que inclui procedimentos como tipificação antigênica (para detectar a origem do vírus), extração de RNA, seqüenciamento genético e estudos filogenéticos. Também serão realizados no Pasteur os testes sorológicos, a partir de soros humanos ou animais provenientes de outros países, para verificar se houve criação de anticorpos após a aplicação da vacina. A instituição paulista ainda produzirá lotes de conjugado anti-rábico e vírus padrão, utilizados para exames de diagnóstico de raiva em laboratórios sul-americanos, e será responsável pelo treinamento de recursos humanos de diagnóstico virológico e sorológico aos profissionais indicados pela Opas/Panaftosa. Situado no coração da avenida Paulista, o Instituto Pasteur possui 103 anos de existência. Hoje é considerado o maior centro de vacinação (não apenas contra raiva) da cidade de São Paulo. Funciona diariamente, das 8h às 20h.