Ao longo das décadas do Século XX, as transformações que as mulheres vem fazendo, como quebrando regras e fortalecendo-se para ganhar um espaço no mercado de trabalho, estão sendo alcançadas pela sua capacidade e inteligência.
Ainda em 1923, no Brasil, mulheres algumas podiam votar. Muito menos se cogitar em ocupar cargos executivos ou até mesmo administrativos político de uma nação. Em alguns países, vale lembrar figuras femininas que se destacaram na política e atividades sociais como Margareth Thatcher, que, com sua política neoliberal, dirigiu a economia da Inglaterra por volta de 1979 e 1990.
No Brasil, a assistente social Luiza Erundina foi eleita a prefeita de São Paulo pelo voto direto, que governou de 1989-1992. Esta mesma foi eleita ao cargo de deputada federal entre 1298 à 1999. Neste período, afastou-se de seu cargo para concorrer novamente à prefeitura da capital paulista nas eleições de 2000.
A maior cidade da América do Sul, São Paulo, foi governada também por Marta Suplicy. Eleita também pelo voto direto nas eleições de 2000 à 2004. Hoje, ela ocupa o cargo de ministro de turismo do governo petista de Luiz Inácio Lula da Silva, junto com outras ministras.
Pode-se lembrar de mais uma ilustre figura feminina, Elena Landau, ecominista e ex-diretora do Banco Nacional de Desenvolvimento econômico e social (BNDES), que foi também assessora dos clubes atléticos de Minas e Gerais e Botafogo.
No ano de 1998, houve um processo de privatizações de empresas no Brasil, onde Elena participou deste processo. A brasileira Zélia Cardoso de Mello foi ministra da economia do governo Collor.
Outra mulher, Marina da Silva, ministra do meio ambiente do atual presidente, filha de um seringueiro do Acre, que teve oportunidade de estudar fora de época, ou seja, aos seus 17 anos. A Casa Dia do Estado de São Paulo, ex-Febem, vem dando resultados positivos em cargos técnicos administrativos com a presença feminina.
Na cidade de Bauru, há muitas mulheres eficazes, disciplinadas, potencializadas para um cargo executivo como prefeita. Muitas delas têm identidade construída e uma certa dinâmica para dirigir a economia e a política para mudar o cenário atual de nossa cidade, que há anos alguns executivos deixaram Bauru inadministrável.
Somos conhecedores de que nossa cidade possui uma baixa economia em relação a outros municípios do mesmo porte. Portanto, há uma maior necessidade de atenção x planejamento para evitar o défict econômico, no qual a mulher possui uma disciplina e capacidade de administrar.
Irma Slaghenaufi - socióloga - Laís Slaghenaufi Garcia - estudante