07 de julho de 2026
Auto Mercado

Notas 3


| Tempo de leitura: 3 min

• Questão de adequação

A Renault vai apresentar na Feira Internacional de Tecnolo-gias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade – Reatech 2007 – equipamentos para quem tem algum tipo de deficiência física. No evento, que acontece entre os dias 13 e 15 deste mês em São Paulo, a marca francesa vai expor dois modelos equipados com os aparelhos: o Kangoo Acesso e o Master Acesso. Os dois foram especialmente projetados para pessoas que necessitam movimentar-se por meio de cadeiras de rodas.

• Banho de lua

A Peugeot lançou a série especial Moonlight do hatch 206. Por R$ 38.300,00 – ou R$ 39.750,00 com quatro portas –, a versão traz teto solar, rodas de liga leve, ponteira cromada, tampa do combustível do tipo aviação, antena do rádio mais curta, capa de fibra de carbono nos retrovisores e frisos laterais. Por dentro, os bancos são forrados com tecido especial e o rádio lê músicas no formato MP3 e tem entrada auxiliar para iPod. O 206 Moonlight é comercializado somente nas cores preto e cinza e tem como base a versão Presence do hatch compacto, que vem de série com ar-condicionado, trio elétrico e direção hidráulica, entre outros. A Peugeot vai produzir apenas 3.600 unidades da versão.

• Na tomada

O Ministério de Economia, Comércio e Indústria do Japão quer construir um veículo elétrico até 2015. A intenção é fabricar um carro elétrico, movido apenas por baterias lítio-íon, que custe menos de US$ 13 mil – valor bem mais em conta que o pedido nos automóveis elétricos vendidos hoje no País. A partir do meio do ano, o governo japonês convocará especialistas das fabricantes de carros e de baterias e pesquisadores de universidades para a formação da equipe que levará o projeto adianteNegócios pesados

A Mercedes-Benz vai instalar até o fim do mês quatro novos escritórios exclusivos para a negociação de caminhões extrapesados. A criação desses espaços vem do conceito Axor Center – ou Centro Especializado em Extrapesados –, que oferece um atendimento diferenciado aos clientes de caminhões do porte. De agosto do ano passado para cá, a marca alemã já inaugurou 26 centros de atendimento em todo o país. Em 2007 estão previstos ainda mais 11 unidades.

• Perigo real e imediato

As fabricantes brasileiras de pneus estão bastante preocupadas em perder terreno no mercado para os chineses. De acordo com dados da Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (Anip), a importação de pneus para automóveis da China cresceu 190% no ano passado, totalizando 1,7 milhão de unidades. Já os pneus para veículos de carga subiram 29%, chegando ao patamar de 300 mil unidades. Mas esses números não são o único tormento das fábricas daqui. A questão é que os pneus chineses e asiáticos em geral são de 30% a 40% mais baratos que os nacionais. E com preços mais competitivos, os produtos importados estão ganhando a preferência dos brasileiros.

Segundo a Anip, as fabricantes nacionais perderam expressivos 8% de participação no país entre 2002 a 2006. Só que, de lá para cá, o setor cresceu cerca de 30%. Ou seja, uma queda e tanto, já que o Brasil consome cerca de 40 milhões de pneus por ano.