09 de julho de 2026
Política

Semma vai impermeabilizar aterro

Nélson Gonçalves
| Tempo de leitura: 1 min

A cidade não terá problemas de esgotamento da capacidade do aterro sanitário pelo menos até o final deste ano, garante o presidente da Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano e Rural (Emdurb), Carlos Barbieri. Ele comentou ontem que será informado ao Ministério Público (MP) que um serviço de compactação da parte ainda disponível para receber lixo doméstico vai permitir o uso do local até o final do ano, um pouco acima dos três meses remanescentes de operação estimados pela Diretoria de Limpeza Pública da própria empresa. Mas a resolução do problema virá com investimento da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semma) no local.

Segundo Barbieri, a administração já teria definido que a preparação da quarta camada para que o aterro continue operando vai sair com investimentos da Semma. “A compactação vai aguentar mais uns oito e até 10 meses, tempo que a gente precisa para concluir a estabilização da lagoa de chorume (líquido que sai do lixo). Esta nova lagoa já é dimensionada para suportar a quarta e até uma quinta camada de depósito de lixo no aterro se precisar depois. Falta investir uns R$ 200 mil na impermeabilização e outros R$ 100 mil em obras complementares e isso será feito pela Semma”, disse Barbieri.

A solução mediata, informa o presidente da empresa, vai evitar que a cidade não conte com local para depositar lixo em breve.

“Não vejo risco de entrar em colapso. Temos dificuldades, mas já está planejada a quarta camada, falta instalar a manta de impermeabilização e completar a obra para a quarta camada e temos alternativas. Nos próximos três meses vamos trabalhar nas condições normais e depois vamos apertar com compactação, mas dá para suportar ainda”, reforça.