Ninguém desconhece que a descriminalização do aborto é uma questão polêmica que não deve ser aviltada. À medida que argumentos contrários ao aborto e a favor à vida entram em discussão, surgem argumentos cientificamente provados de ínício da formação do sistema nervoso, ou seja, quando o feto ganha vida. Portanto, cabe a todos nós analisarmos de forma contundente tais fatos.
Cidadãos que aprovam a legalização do aborto devem ser duramente saraivados, pois estes estão dizendo sim à banalização da vida. Além de existirem vários métodos de contracepção, mulheres desejam o direito divino de permitir ou não a vida de novos indivíduos. O aborto é uma questão de cidadania, não de desprezo ao próximo.
Lamentavelmente, em nossa sociedade machista o aborto é uma forma dos homens inconscientes absterem-se das responsabidades de pais diante da gravidez da jovem namorada ou da amante, mantendo, assim, o matrimônio oficial. Igualmente a este fato, estão as idéias macunaímicas das extremidades femininas que também defendem o aborto, almejando a ocultação da pluralidade de parceiros sexuais.
É fato que a vida começa com o encontro divino do espermatozóide com o óvulo, desmentindo a definição da formação da vida a partir da 12.ª semana de gestação. Por isso, ao tomar uma pílula abortiva, certamente a mulher já está impedindo a vida de um ser indefeso. Além disso, mulheres submetidas a abortos permanecem com danos físicos e psicológicos.
Sabidamente todos nós reconhecemos que em qualquer circunstância o aborto é uma questão dolorosa. Por isso, é imperativo promover educação sexual na rede pública e aumentar os métodos de contracepção. Somando a isso, a consciência de que seremos eternos assassinos sem piedade, se cometermos o aborto, deve ser lembrada de forma fatídica.
Carolina Peres - estudante - RG 44.219.771-8