Inquestionavelmente o aborto é a 4ª causa de mortalidade materna no Brasil. Hoje, acontecem por ano mais de 1 milhão de interrupções da gravidez em clínicas clandestinas. Continuar proibindo é a solução para tentar pelo menos diminuir esse índice?
Considerando de início que não existe uma educação sexual eficiente, e isso implica e bastante no alto índice de aborto. É óbvio que para colocar leis de primeiro mundo em um país como o nosso, o acesso a métodos contraceptivos tem de existir e ser estimulado pelas mídias.
A educação sexual tem que atingir a todos os níveis da sociedade, ela não pode ser branda, e sim clara, não podem poupar imagens e exemplos. É um exagero necessário. Admitindo a consciência do que é uma gravidez não planejada e indesejada só engravida a mulher que quer. A conclusão que mais envolve interesses é de quando começa a vida. Se considerarmos que sem impulsos nervosos não fazemos nada, não vivemos. Podemos votar a favor que a vida só começa após a existência de impulsos nervosos no feto.
Para que não façam estudos e retardem o aparecimento das cédulas nervosas; o aborto deve ser tolerado até um tempo curto após a fecundação, por exemplo, 72 horas, com o uso da pílula do dia seguinte.
A partir do momento que a mulher entender que o homem não se preocupa com as conseqüências de uma transa sem preservativo, que dificilmente ele assumirá as responsabilidades futuras. Ela aprenderá a tomar anticoncepcionais, usará preservativos sempre e cientificamente não acontecerá gravidez indesejada! Mas se mesmo assim acontecer de um teste acusar positivo, ou se a mulher for estuprada, ou até a gravidez desejada colocar em risco a vida da mãe por que não o aborto? (Amanda Ferreira Verardo - estudante)