07 de julho de 2026
Ser

Com licença...

Consultoria: Glorinha Braga Ortolan*
| Tempo de leitura: 3 min

Seu nome

O nome identifica a pessoa no mundo. É formado pelo prenome, que é o nome próprio, e o patronímico (nome do pai), que é o sobrenome.

Os primeiros sobrenomes surgiram na China. Adotavam-se três nomes: o primeiro era retirado de uma das palavras de um poema chinês. O segundo, o nome de família, vinha em seguida e era proveniente de outro poema chinês. O nome próprio, que é o nome pelo qual somos conhecidos, vinha por último.

Durante o Império Romano, as pessoas usavam somente um nome, mas com a necessidade de distingui-las, foi adicionado um outro nome, baseado na ocupação que a pessoa exercia ou no local onde morava, no nome do pai ou em alguma característica física.

Podemos perceber que o nome faz uma ligação da pessoa com o seu passado (através do nome de família) e com o futuro, que será a identidade de quem o usa.

Honre seu nome. Ele o acompanhará para a vida toda, embora você não o tenha escolhido, mas tenha a certeza de que ele foi pensado e discutido pelos seus pais.

Procure agir com dignidade, praticando a civilidade, a caridade e a humildade. Respeite seus superiores e seja humilde com as pessoas que trabalham com você.

Seu nome e sua pessoa formam um todo, a ponto de se confundirem. Quando pensam em você, logo vem à mente o seu nome; e, quando pronunciam o seu nome, lembram da pessoa física, intelectual e espiritual que você representa.

A partir do nascimento, após o registro no cartório, o seu nome começa a ter importância e você começa a construir a sua imagem. Quando chega à maturidade, seu nome já é um fato concreto, faz parte da sua personalidade.

E vocês já pensaram na responsabilidade de passar para seus filhos um nome que lhes foi dado, sem a sua permissão, é verdade, e do qual eles possam se orgulhar?

Não é tão fácil carregar um nome herdado. Se a sua herança é louvável, cabe-lhe conservar o orgulho de usá-lo; mas... se o seu nome lhe pesa, é sua obrigação deixá-lo mais leve, nobre e honrado, como se a sua tradição começasse a partir de você.

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Sempre li que não se deve cortar o macarrão e a alface, porém eu simplesmente não consigo dobrar a alface e ajeitar o macarrão no garfo. Como sair dessa “saia-justa”? (Rita)

Resposta: Realmente, macarrão e alface não devem ser cortados com a faca. Com a ajuda do garfo e da faca, rasgue a folha de alface e dobre-a. Quanto ao macarrão, enrole-o no garfo. Treine diariamente e, tenho certeza, você conseguirá.

Tenho uma amiga que leva toda a família nas reuniões, embora ela esteja avisada de que somente ela é a convidada. Como fazer para alertá-la? (Lúcia)

Resposta: Já que ela está ciente de que não deve comparecer com a família mas insiste em assim proceder, o melhor é aceitar o seu comportamento. Não fique de mau humor por essa razão, não vale a pena.

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* Educadora e consultora de etiqueta social e profissional e autora dos livros “Educação e Requinte” e “Com Licença ... preceitos de civilidade e cidadania”

www.educacaoerequinte.com.br